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A relação entre as empresas e as organizações sociais não se esgota nos donativos

Com Nathalie Ballan, CEO da Sair da Casca

Lisboa, 11 de março e 2019, e Porto, 26 de março de 2019
Com Nathalie Ballan, CEO da Sair da Casca
A relação entre as empresas e as organizações sociais não se esgota nos donativos
“Como colaborar com as empresas?” foi o tema da sessão de continuidade organizada na AESE, no âmbito do programa de GOS - Gestão das Organizações Sociais. Nathalie Ballan, CEO da Sair da Casca, esteve em Lisboa e no Porto, para estimular uma reflexão sobre o tema, tendo em consideração o estado atual da Filantropia em Portugal e dando a conhecer as estratégias das empresas usadas presentemente.
Segundo Nathalie Ballan a responsabilidade social evoluiu, desde 1980 até à data. Inicialmente muito ligada à filantropia, por questões reputacionais e de motivação dos colaboradores, mais tarde mais atenta à mitigação de riscos e licença para operar, através da definição de códigos de conduta, certificações e políticas. Atualmente, a responsabilidade social está mais orientada por uma lógica de empreendedorismo, em que a resolução de problemas é vista como aproveitamento das oportunidades do mercado e uma forma de posicionamento das marcas.   
A transparência é basilar para a construção da confiança dos stakeholders e para o envolvimento das partes. A colaboração facilita o acesso à informação e à co criação de parceiros. Com a criação deste ecossistema propício à inovação permite refinar modelos de negócio que respondam a desafios sistémicos e daí decorra a mudança, “necessária para alcançar um mundo justo e sustentável para as gerações futuras”. 
Nathalie Ballan sublinhou que a relação entre as empresas e as organizações sociais não se esgota nos donativos. A CEO da Sair da Casca sugeriu haver critério na seleção dos prémios a concorrer, fazer candidaturas e dar feedback às empresas. Também salientou ser importante solicitar o apoio das Câmaras Municipais e aproveitar a iniciativa Portugal Inovação Social, entre outros aspetos. 
As sessões da AESE reuniram um total de ### participantes, em Lisboa e no Porto, entre antigos alunos do GOS e outros responsáveis pela direção de instituições do 3.º Setor.

“Como colaborar com as empresas?” foi o tema da sessão de continuidade organizada na AESE, no âmbito do programa de GOS - Gestão das Organizações Sociais. Nathalie Ballan, CEO da Sair da Casca, esteve em Lisboa para estimular uma reflexão sobre o tema, tendo em consideração o estado atual da Filantropia em Portugal e dando a conhecer as estratégias das empresas usadas presentemente. A sessão será replicada no Porto, no dia 26 deste mês.

Segundo Nathalie Ballan, a responsabilidade social evoluiu, desde 1980 até à data. Inicialmente muito ligada à filantropia, por questões reputacionais e de motivação dos colaboradores, posteriormente mais atenta à mitigação de riscos e licença para operar, através da definição de códigos de conduta, certificações e políticas. Atualmente, a responsabilidade social está mais orientada por uma lógica de empreendedorismo, em que a resolução de problemas é vista como aproveitamento das oportunidades do mercado e uma forma de posicionamento das marcas.   

A transparência é basilar para a construção da confiança dos stakeholders e para o envolvimento das partes. A colaboração facilita o acesso à informação e à cocriação de parceiros. Com a criação deste ecossistema propício à inovação permite refinar modelos de negócio que respondam a desafios sistémicos e daí decorra a mudança, “necessária para alcançar um mundo justo e sustentável para as gerações futuras”. Nathalie Ballan sublinhou que a relação entre as empresas e as organizações sociais não se esgota nos donativos. A CEO da Sair da Casca sugeriu haver critério na seleção dos prémios a concorrer, fazer candidaturas e dar feedback às empresas. Também salientou ser importante solicitar o apoio das Câmaras Municipais e aproveitar a iniciativa Portugal Inovação Social, entre outros aspetos. 

A sessão da AESE em Lisboa reuniu cerca de 150 participantes, entre antigos alunos do GOS e outros responsáveis pela direção de instituições do 3.º Setor.