Notícias

Cibersegurança nas Instituições Financeiras

Uma parceria AESE – PwC

Lisboa, 16 de maio de 2019
Uma parceria AESE – PwC
Cibersegurança nas Instituições Financeiras 
A AESE e a PwC realizam uma nova Sessão do Ciclo de Conferências sobre a situação e desenvolvimento das Instituições Financeiras e respetivas transformações digitais.
Neste encontro ficaram a conhecer-se as tendências e os desafios que se têm observado a nível nacional e internacional no setor, tendo em conta a adopção da tecnologia, a jornada de transformação e inovação digital, a proteção de dados e de bens, e a questão da segurança.
Chris Whitehead, da PwC, apresentou as conclusões do estudo da PwC sobre “Securing Innovations in Financial Services”. Destacou “um aumento da disponibilidade de plataformas alternativas para obtenção de crédito” e o facto de que “os consumidores estarem a mudar as preferências pelo canal de financimanto, que são cada vez mais diversificados.” A fraude na gestão dos dados também foi tema de debate: “A piratiaria dos documentos pessoais e dos devices do consumidor final têm contribuído para criar uma falta de confiança, muitas vezes devida a uma orientação fraudulenta por parte dos agentes.” Por outro lado, “as pessoas estão cada vez mais empoderadas e os processos externalizados.”   
De seguida, foi a vez de Israel Hernandez, da PwC em Espanha. A sua intervenção versou sobre os “desafios da regulação financeira em 2019 - NIS e ICT Outsourcing.
A sessão evoluiu para uma mesa redonda sobre “Os desafios da cibersegurança”, moderada por Miguel Dias Fernandes, Consultant Partner da PwC. 
Israel Hernandez sublinhou que a cibersegurança “é um trabalho em que o top management tem de estar envolvido, cada um com o seu papel definido, mas devidamente coordenados. É um trabalho que não acaba. Todos devem investir, independentemente da dimensão da instituição.”
David Penedo, Chief Information Security Officer do Banco Santander, alertou para a necessidade de se pensar na cultura de cibersegurança dos colaboradores das instiuições. “Se a cultura não for muito vigilante corre o risco de não acompanhar a estratégia de negócio.” No limite, deve ser tida “como mais uma questão de gestão de risco”.
Jorge Carreteiro, Diretor do Sistema de Informação do Millenniumbcp, atestou que “a cibersegurança é uma preocupação de extravasa o IT. É comum a todos.”
A discussão foi alargada à audiência que partilhou dúvidas com os oradores que tiveram a oportunidade de responder à luz da sua experiência sobre a matária.

A AESE e a PwC realizaram uma nova Sessão do Ciclo de Conferências sobre a situação e o desenvolvimento das Instituições Financeiras, e respetivas transformações digitais. Neste encontro, ficaram a conhecer-se as tendências e os desafios que se têm observado a nível nacional e internacional no setor, tendo em conta a adoção da tecnologia, a jornada de transformação e inovação digital, a proteção de dados e de bens, e a questão da segurança.

Chris Whitehead, da PwC, apresentou as conclusões do estudo dessa empresa sobre “Securing Innovations in Financial Services”. Destacou “um aumento da disponibilidade de plataformas alternativas para obtenção de crédito” e o facto de “os consumidores estarem a mudar as preferências pelo canal de financiamento, que são cada vez mais diversificados.” A fraude na gestão dos dados também foi tema de debate: “A pirataria dos documentos pessoais e dos devices do consumidor final têm contribuído para criar falta de confiança, muitas vezes devida a uma orientação fraudulenta por parte dos agentes.” Por outro lado, “as pessoas estão cada vez mais empoderadas e os processos externalizados.”   
De seguida, foi a vez de Israel Hernandez, da PwC de Espanha. A sua intervenção versou sobre os “desafios da regulação financeira em 2019 - NIS e ICT Outsourcing.

A sessão evoluiu para uma mesa redonda sobre “Os desafios da cibersegurança”, moderada por Miguel Dias Fernandes, Consultant Partner da PwC. 

Israel Hernandez sublinhou que a cibersegurança “é um trabalho em que o top management tem de estar envolvido, cada um com o seu papel definido, mas devidamente coordenados. É um trabalho que não acaba. Todos devem investir, independentemente da dimensão da instituição.”

David Penedo, Chief Information Security Officer do Banco Santander, alertou para a necessidade de se pensar na cultura de cibersegurança dos colaboradores das instituições. “Se a cultura não for muito vigilante, corre o risco de não acompanhar a estratégia de negócio.” No limite, deve ser tida “como mais uma questão de gestão de risco”.

Jorge Carreteiro, Diretor do Sistema de Informação do Millenniumbcp, atestou que “a cibersegurança é uma preocupação que extravasa o IT. É comum a todos.” A discussão foi alargada à audiência que partilhou dúvidas com os oradores, os quais tiveram a oportunidade de responder à luz da sua experiência sobre a matéria.