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Click vs Brick: O fim do primeiro capítulo

Sessão online, com o Prof. Ramiro Martins, da AESE

Sessão online, 7 de maio de 2020
Com o Prof. Ramiro Martins, da AESE
Click vs Brick: O fim do primeiro capítulo 
“Estamos no fim do 1.º capítulo da história a ser escrita do retalho do seculo XXI, não restam dúvidas. A pandemia fechou-o!” O Prof. Ramiro Martins, de Política Comercial e  de Marketing da AESE, realizou a conferência “Click vs Brick”, a 7 de maio de 2020.
“Até há bem pouco tempo, cada “click” numa loja online era menos um “brick” que sustentava um ponto de venda tradicional. Mas com a imensidade de lojas físicas encerradas compulsivamente pela pandemia e com os clientes forçados a comprar online, e consequentemente treinados em clicks e lojas virtuais, não é difícil prognosticar uma profunda alteração na estrutura da distribuição, logística e retalho, a que não escapará também o real-estate.”
Como se irão reinventar as lojas tradicionais? E como irão as lojas virtuais eliminar ou reduzir as limitações que as projetem até ao infinito? Foram algumas das perguntas às quais o Professor deu reposta durante a sessão online partilhada pelos Alumni da AESE. Na verdade, se até há pouco tempo a grande luta consistia em levar as pessoas do online para o offline, agora o desafio assenta no que fazer para a oferta permita manter o crescimento do negócio. Ramiro Martins prevê como próximos capítulos do retalho a penetração do mobile, da Internet of things, do voice control e do Do it yourself com as impressoras 3D.
As experiências de consumo offline têm uma margem de melhoria substancial de descoberta, sociabilização e conexão, que vão ao arrepio das sugestões predefinidas que os algoritmos propõem, recordando “Um Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley. Para o Professor, “o futuro do retalho não é binário: mais online não significa menos offline.” A primeira grande alteração que tenderá a acontecer é que uma loja passará a ser mais um canal de media, de entertenimento, com experiências positivas e envolventes para os clientes. “As lojas deixarão de ter como objetivo a distribuição de produtos para passarem a distribuir experiências. Vamos a assistir a coreografias cada vez mais complexas de forma a fazerem com que os consumidores revisitem as lojas.” Haverá muitas lojas a fechar e as catedrais comerciais terão cada vez mais espaço para experimentação.
O Professor terminou a sua apresentação caracterizando os hábitos de consumo dos Millennials.
A esta exposição seguiu-se um espaço de debate com os Alumni da AESE que assistiram à sessão.
  
“Estamos no fim do 1.º capítulo da história a ser escrita do retalho do seculo XXI, não restam dúvidas. A pandemia fechou-o!” O Prof. Ramiro Martins, de Política Comercial e  de Marketing da AESE, realizou a conferência “Click vs Brick”, a 7 de maio de 2020.

“Até há bem pouco tempo, cada “click” numa loja online era menos um “brick” que sustentava um ponto de venda tradicional. Mas com a imensidade de lojas físicas encerradas compulsivamente pela pandemia e com os clientes forçados a comprar online, e consequentemente treinados em clicks e lojas virtuais, não é difícil prognosticar uma profunda alteração na estrutura da distribuição, logística e retalho, a que não escapará também o real-estate.

”Como se irão reinventar as lojas tradicionais? E como irão as lojas virtuais eliminar ou reduzir as limitações que as projetem até ao infinito? Foram algumas das perguntas às quais o Professor deu reposta durante a sessão online partilhada pelos Alumni da AESE. Na verdade, se até há pouco tempo a grande luta consistia em levar as pessoas do online para o offline, agora o desafio assenta no que fazer para a oferta permita manter o crescimento do negócio. Ramiro Martins prevê como próximos capítulos do retalho a penetração do mobile, da Internet of things, do voice control e do Do it yourself com as impressoras 3D.

As experiências de consumo offline têm uma margem de melhoria substancial de descoberta, sociabilização e conexão, que vão ao arrepio das sugestões predefinidas que os algoritmos propõem, recordando “Um Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley. Para o Professor, “o futuro do retalho não é binário: mais online não significa menos offline.” A primeira grande alteração que tenderá a acontecer é que uma loja passará a ser mais um canal de media, de entertenimento, com experiências positivas e envolventes para os clientes. “As lojas deixarão de ter como objetivo a distribuição de produtos para passarem a distribuir experiências. Vamos a assistir a coreografias cada vez mais complexas de forma a fazerem com que os consumidores revisitem as lojas.” Haverá muitas lojas a fechar e as catedrais comerciais terão cada vez mais espaço para experimentação.

O Professor terminou a sua apresentação caracterizando os hábitos de consumo dos Millennials.

A esta exposição seguiu-se um espaço de debate com os Alumni da AESE que assistiram à sessão.