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E-Point: gestão, network, comunicação numa só solução

Apresentação pública de NAVES

“Ser o Booking dos eventos empresariais e de formação” é a meta de Afonso Carvalho, Diogo Ivo Cruz, João Mourinho, Mário Carriço ao apresentarem o seu plano de negócios para as Novas Aventuras Empresariais do 15.º Executive MBA AESE. Afonso Carvalho, porta-voz da equipa promotora, respondeu a algumas questões sobre como pretendem passar da ideia à prática.

Como nasceu a ideia desta empresa?
AC: “Depois de explorarmos exaustivamente algumas das ideias que os membros do grupo possuíam, foi de comum acordo que o E-Point seria a ideia que iríamos levar ao anfiteatro da AESE, durante a apresentação pública de NAVES. Outro momento decisivo foi a discussão desta ideia com um dos professores durante a semana intensiva na Índia.”

Qual a proposta de valor que se propõem oferecer?
AC: “Ambicionamos ser o Booking dos Eventos Empresariais e de Formação Profissional pelo que a proposta de valor advém sobretudo do fator agregador que a plataforma irá proporcionar, aliada a todas as ferramentas de gestão de contactos e facilitação de networking que colocaremos à disposição dos utilizadores e de interação e comunicação com os participantes para os promotores de eventos e/ou de formação, oferecendo, assim, uma experiência única e completa de participação no evento. Acreditamos que a conveniência do fator agregador trará uma facilidade de pesquisa ímpar e a utilidade das ferramentas de gestão e comunicação do evento que serão as principais razões para que a plataforma seja um sucesso.”

Quais os principais desafios e oportunidades que anteveem com a implementação deste projeto?
AC: “Para além dos habituais desafios com que as start-up se deparam, acreditamos que o maior desafio será conseguir ganhar a escala necessária para, num curto espaço de tempo, ser uma mais-valia tanto para utilizadores como para os promotores.” 

Quais os mercados que tencionam explorar?
AC: “O arranque e a prova de conceito do projeto foi pensado e desenhado para o mercado nacional, mas temos, desde o início, uma ambição para conseguirmos ter economias de escala e sobretudo relevância nos setores onde decidimos atuar.”

Está nos vossos planos investir neste negócio, concretizando esta ideia no terreno?
AC: “Temos pensado seriamente nessa hipótese, pelo que acreditamos que a curto prazo a decisão sobre quem, como e quando será tomada.”

O que ganharam já com este projeto de Naves?
AC: “Para além de transformar uma ideia num plano de negócios, com todos os desafios que isso coloca, tanto no campo da execução como do trabalho em equipa, o fundamental foi que o projecto de Naves serviu como “revisão da matéria dada no MBA” e permitiu-nos durante alguns meses viver o sentimento que os empreendedores têm, a felicidade de experenciar quando transformam as suas ideias em algo concreto.”



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