Notícias

Gerir em tempo de Covid – 19 e no futuro

Com Alexandre Fonseca, CEO da Altice

O CEO da Altice foi convidado a falar para os participantes no Programa de Alta Direção de Empresas sobre o impacto da pandemia nos últimos 2 meses e da digitalização “da economia, da sociedade e das nossas vidas”. O encontro virtual decorreu a 22 de maio de 2020, com espaço para os participantes colocarem as suas dúvidas ao orador.
A tecnologia sendo boa, paradoxalmente era tida até há bem pouco tempo, como um fator desagregador das pessoas. Hoje “é uma forma de aproximá-las as pessoas”, tendo sido a única forma dos nos ligarmos “à nossa família, aos nossos amigos e ao trabalho”, durante o período de quarentena.
“As telecomunicações são um setor crítico e estratégico”. Segundo Alexandre Fonseca, tiveram de se adaptar de uma forma muito rápida, “quase em tempo record, para que too o País, as empresas e as Famílias tivessem capacidade de manter alguma normalidade na suas atividades”.  O CEO acredita que “as comunicações foram também uma parte importante da responsabilidade – reconhecida internacionalmente – de ficarmos em casa.” Noutros países, a mesangem não foi tão bem sucedida. 
O investimento e a proximidade foram 2 pilares fundamentais na estratégia da Altice, com o intuito de levar fibra ótica a zonas interiores, de difícil acesso, e minimizar as assimetrias regionais. Alexandre Fonseca ressalvou os 2 mil milhões de € de capital privado alocados a este projeto, que mostrou ser de  “serviço público”, essencial para a situação entretanto vivida. O convidado falou ainda das questões de cibersegurança que se tornaram mais relevantes com a intensificação do tráfego de informação, o desafio do teletrabalho, que se configura atualmente como “uma ferramenta ao serviço do gestor”, “que veio para ficar”.   
O líder da Altice explicou como a empresa soube adaptar-se, ajustando a sua estrutura de custos e a prioritizando o investimento. “A redução de receitas é um dado adquirido”, mas é também uma das funções da gestão conciliar o plano de investimentos com a rentabilidade e a sutentabilidade financeira do negócio.
Alexandre Fonseca terminou partilhando umas notas sobre o futuro, referindo as principais ilações que se podem tirar do contexto vivido.
 

O CEO da Altice foi convidado a falar aos participantes no Programa de Alta Direção de Empresas sobre o impacto da pandemia nos últimos 2 meses e da digitalização “da economia, da sociedade e das nossas vidas”. O encontro virtual decorreu a 22 de maio de 2020, com espaço para os participantes colocarem as suas dúvidas ao orador.



A tecnologia sendo boa, paradoxalmente, era tida até há bem pouco tempo, como um fator desagregador das pessoas. Hoje “é uma forma de aproximá-las”, tendo sido a única maneira de nos ligarmos “à nossa família, aos nossos amigos e ao trabalho”, durante o período de quarentena.

“As telecomunicações são um setor crítico e estratégico”. Segundo Alexandre Fonseca, o setor teve de se adaptar de uma forma muito rápida, “quase em tempo record, para que todo o País, as empresas e as Famílias tivessem capacidade de manter alguma normalidade na suas atividades”.  O CEO acredita que “as comunicações foram também uma parte importante da responsabilidade – reconhecida internacionalmente – de ficarmos em casa.” Noutros países, a mensagem não foi tão bem sucedida. 

O investimento e a proximidade foram 2 pilares fundamentais na estratégia da Altice, com o intuito de levar fibra ótica a zonas interiores, de difícil acesso, e minimizar as assimetrias regionais. Alexandre Fonseca ressalvou os 2 mil milhões de € de capital privado alocados a este projeto, que mostrou ser de  “serviço público”, essencial para a situação entretanto vivida. O convidado falou ainda das questões de cibersegurança que se tornaram mais relevantes com a intensificação do tráfego de informação e o desafio do teletrabalho, que se configura atualmente como “uma ferramenta ao serviço do gestor”, “que veio para ficar”.   

O líder da Altice explicou como a empresa soube adaptar-se, ajustando a sua estrutura de custos e a prioritizando o investimento. “A redução de receitas é um dado adquirido”, mas é também uma das funções da gestão conciliar o plano de investimentos com a rentabilidade e a sutentabilidade financeira do negócio.

Alexandre Fonseca terminou partilhando umas notas sobre o futuro, referindo as principais ilações que se podem tirar do contexto vivido e da capacidade de resposta de Portugal face a esta oportunidade, comparativamente a outros países tidos como mais desenvolvidos.