Notícias

It’s Good2be back

Breakfast seminar do ciclo "Career & Management"

It’s good to be back
20/12/2018, Lisboa
Breakfast seminar do ciclo "Career & Management"
Após a experiência de expatriação, Mónica Pinto Coelho, Afonso Barbosa, Rita Sousa e Manuel Schmitt são consensuais em afirmar: “It’s good2be back”. 
A AESE em parceria com Eduarda Luna Pais, da ELPing Organizational Fitness, organizaram um Executive Breakfast com a finalidade de debater as oportunidades e os desafios inerentes ao retorno dos profissionais ao país de origem. O encontro integra o ciclo de Career Management, oferecido aos Alumni da AESE.
Eduarda Luna Pais moderou as intervenções dos convidados, cuja trajetória profissional os fez passar por várias geografias: Hong Kong (Mónica Pinto Coelho), Brasil (Afonso Barbosa, Executive MBA AESE, e Manuel Schmidt), Bélgica (Rita Sousa, Executive MBA AESE) e Moçambique (Manuel Schmidt).
Na audiência para além dos dirigentes interessados em aventurarem-se além fronteiras, estiveram presentes outros profissionais com carreiras internacionais em Espanha, China, Reino Unido, entre outros, que aportaram o seu conhecimento, enriquecendo a discussão.
A tónica visou identificar as principais lições aprendidas e as soluções encontradas para superar os obstáculos com sucesso.
Algumas lições aprendidas
Mónica Pinto Coelho ressaltou a importância do planeamento estratégico para regressar ao País e dar continuidade à sua atividade profissional, 14 anos depois. A consciência de que a remuneração era mais baixa do que num país estrangeiro não foi impeditivo de avançar com o regresso, uma resolução tomada em família.
Já Afonso Barbosa sabia o período de tempo que o manteria fora de Portugal. Findos os 3 anos, a questão familiar foi um fator decisivo e a reintegração relativamente fácil. Mais complexa for a reinserção no ambiente organizacional. Referiu que as expectativas devem ser geridas com prudência e que as empresas em Portugal têm um caminho a percorrer na incorporação dos expatriados na empresa.
A manutenção da rede de contactos em Portugal foi uma das tarefas que Rita Sousa teve o cuidado de alimentar durante a carreira internacional. Esta medida ajudou a que o processo de retorno ao País se efetua-se com relativa rapidez.
Manuel Schmidt contou a razão pela qual rumou do Brasil em direção a Portugal. Educar os filhos no país natal pareceu o passo certo a tomar a nível familiar. Profissionalmente, é importante ter a consciência da possibilidade de downgrade das responsabilidades que se pode vir a verificar quando se regressa à empresa anterior à internacionalização.
 
O debate que se seguiu às intervenções foi muito profícuo, na medida em que a diversidades de experiências permitiu criar um retrato real das duas faces da moeda no regresso a casa. 
Artigos relacionados
(À medida que forem sendo publicadas as notícias de cada uma das histórias pessoais, acrescentar-se-á o link respectivo entre notícias)

Após a experiência de expatriação, Mónica Pinto Coelho, da CBRE Asset Services Portugal & Spain, Afonso Barbosa, de uma Consultora financeira e económica e Executive MBA AESE, Rita Sousa, da Naves Venture Capital, Hope Care e Executive MBA AESE, e Manuel Schmidt, do Instituto Gulbenkian de Ciência, são consensuais em afirmar: “It’s good2be back”. 

A AESE em parceria com Eduarda Luna Pais, da ELPing Organizational Fitness, organizaram um Executive Breakfast com a finalidade de debater as oportunidades e os desafios inerentes ao retorno dos profissionais ao país de origem. O encontro integra o ciclo de Career Management, oferecido aos Alumni da AESE.

Eduarda Luna Pais moderou as intervenções dos convidados, cuja trajetória profissional os fez passar por várias geografias: Hong Kong e Espanha (Mónica Pinto Coelho), Brasil (Afonso Barbosa e Manuel Schmidt), Bélgica (Rita Sousa) e Moçambique (Manuel Schmidt).

Na audiência, para além dos dirigentes interessados em aventurarem-se além fronteiras, estiveram presentes outros profissionais com carreiras internacionais na China, no Reino Unido, entre outros, que trouxeram o seu conhecimento, enriquecendo a discussão.

A tónica visou identificar as principais lições aprendidas e as soluções encontradas para superar os obstáculos com sucesso.


Algumas lições aprendidas

Mónica Pinto Coelho ressaltou a importância do planeamento estratégico para regressar ao País e dar continuidade à sua atividade profissional, 14 anos depois. A consciência de que a remuneração era mais baixa do que num país estrangeiro, não foi impeditivo de avançar com o regresso, uma resolução tomada em família.

Já Afonso Barbosa sabia o período de tempo em que se manteria fora de Portugal. Findos os 3 anos, a questão familiar foi um fator decisivo e a reintegração relativamente fácil. Mais complexa foi a reinserção no ambiente organizacional. Referiu que as expectativas devem ser geridas com prudência e que as empresas em Portugal têm um caminho a percorrer na incorporação dos expatriados na empresa.

A manutenção da rede de contactos em Portugal foi uma das tarefas que Rita Sousa teve o cuidado de alimentar durante a carreira internacional. Esta medida ajudou a que o processo de retorno ao País se efetuasse com relativa rapidez.

Manuel Schmidt contou a razão pela qual rumou do Brasil em direção a Portugal. Educar os filhos no país natal pareceu o passo certo a tomar a nível familiar. Profissionalmente, é importante ter a consciência da possibilidade de downgrade das responsabilidades que se pode vir a verificar quando se regressa à empresa onde se estava antes da internacionalização.

O debate que se seguiu às intervenções foi muito profícuo, na medida em que a diversidade de experiências permitiu criar um retrato real das duas faces da moeda no regresso a casa. 


Legenda da fotografia 
Da esq. para a dir.: Catarina Heleno (AESE), Eduarda Luna Pais (AESE e ELPing Organizational Fitness), Mónica Pinto Coelho (
CBRE), Afonso Barbosa (Consultora financeira e económica, e Executive MBA), Rita Sousa (NAVES, Hope Care e Executive MBA) e Manuel Schmidt (IGC). 


Artigos relacionados
"Há um grande caminho a percorrer nas empresas com expatriados..." | Afonso Barbosa