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Novas competências de liderança no sec. XXI

Career Management com Mariana Canto e Castro, da Randstad Portugal

Ser líder hoje pouco ou nada tem a ver com a forma como se conduziam as equipas nos anos 80 e 90. Mariana Canto e Castro, Human Resources Director e Head Counsel & Social Impact Strategy Manager, da Randstad Portugal, distinguiu algumas competências chave que não podem ser atualmente descuradas por dirigentes e executivos. A sessão de Career Management decorreu num formato online, realizado a 4 de maio de 2020, para os Alumni do Excutive MBA AESE.
“A vida é tão imprevisível e muda com tanta velocidade que as equipas de trabalho na Randstad chegaram à conclusão que “as competências de liderança estavam a ficar desfasadas da realidade.” “Continuamos a ter um mercado de trabalho muito exigente, super dinâmico e super instável.” Na verdade: “mais VUCA do que o que nos aconteceu”, com o Covid-19, disse Mariana Canto e Castro, “é impossível”.
“Como são os líderes que queremos que nos giram? E como são os líderes que recrutamos e contratamos paras as nossas empresas e para os nossos clientes?”
“Como estamos a viver uma época super tecnológica, curiosamente a nossa tendência foi virarmo-nos para aquilo que achávamos que seria a diferença: as competências de liderança centradas na pessoa, no fator humano.” Longe da visão apocalíptica, a oradora defendeu que a tecnologia permitirá uma melhor qualidade de vida, quando utilizada com inteligência, “mas não vale a pensa competirmos com as máquinas.” “Porém, há algo que o computador nunca vai conseguir substituir que é a humanidade e o toque humano, que todos nós, enquanto, pessoas, gestores e líderes temos.” 
Criatividade, adaptabilidade, capacidade de persuasão e de colaboração, inteligência emocional e empatia foram as competências capitais destacadas para o líder do ano 2019, pelo World Economic Forum. E com base nestes valores, a Randstad construiu um modelo assente em 4 pilares: pessoas satisfeitas (colaboradores e clientes), desempenho de excelência, liderar a mudança que se preconiza e garantir o futuro sustentável.
Após a apresentação do conceito de Human Centricity, seguiu-se um período de perguntas e respostas, moderado por Catarina Heleno, da AESE.    

Ser líder hoje pouco ou nada tem a ver com a forma como se conduziam as equipas nos anos 80 e 90. Mariana Canto e Castro, Human Resources Director e Head Counsel & Social Impact Strategy Manager, da Randstad Portugal, distinguiu algumas competências chave que não podem ser atualmente descuradas por dirigentes e executivos. A sessão de Career Management decorreu num formato online, realizada a 4 de maio de 2020, para os Alumni do Executive MBA AESE.



A vida é tão imprevisível e muda com tanta velocidade que as equipas de trabalho na Randstad chegaram à conclusão que “as competências de liderança estavam a ficar desfasadas da realidade.” “Continuamos a ter um mercado de trabalho muito exigente, super dinâmico e super instável.” Na verdade: “mais VUCA do que o que nos aconteceu”, com o Covid-19, disse Mariana Canto e Castro, “é impossível”.

“Como são os líderes que queremos que nos giram? E como são os líderes que recrutamos e contratamos para as nossas empresas e para os nossos clientes?” “Estamos a viver uma época super tecnológica, curiosamente a nossa tendência foi virarmo-nos para aquilo que achávamos que seria a diferença: as competências de liderança centradas na pessoa, no fator humano.” Longe da visão apocalíptica, a oradora defendeu que a tecnologia permitirá uma melhor qualidade de vida, quando utilizada com inteligência, “mas não vale a pena competirmos com as máquinas.” “Porém, há algo que o computador nunca vai conseguir substituir que é a humanidade e o toque humano, que todos nós, enquanto, pessoas, gestores e líderes temos.” 

Criatividade, adaptabilidade, capacidade de persuasão e de colaboração, inteligência emocional e empatia foram as competências capitais destacadas para o líder do ano 2019, pelo World Economic Forum. E com base nestes valores, a Randstad construiu um modelo assente em 4 pilares: pessoas satisfeitas (colaboradores e clientes), desempenho de excelência, liderar a mudança que se preconiza e garantir o futuro sustentável.

Após a apresentação do conceito de Human Centricity, seguiu-se um período de perguntas e respostas, moderado por Catarina Heleno, da AESE.