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O impacto da pandemia na vida pessoal e profissional dos gestores

Apresentação do estudo AESE pelo Prof. Ramiro Martins

 

O Prof. Ramiro Martins, responsável pela área de Política Comercial e de Marketing da AESE, apresentou, no dia 11 de maio, um estudo sobre o “Impacto da pandemia na vida pessoal e profissional dos gestores”. As conclusões resultaram de um inquérito realizado junto dos Alumni da AESE, representativo daquilo que pensam os dirigentes e executivos. Neste estudo, participaram 608 profissionais com diferentes perfis académicos, inscritos nos programas: Executive MBA AESE, PADE, PDE, PGL, PADIS, GOS entre outros. 67% são quadros de empresa e 15% possuem uma empresa própria. 23 % têm cargos de administração e 67% são diretores.
Dos gestores questionados, 75% dos gestores que se encontram em teletrabalho revelam terem tido um aumento significativo nas horas trabalhadas, com um crescimento ainda mais considerável da sua perceção do tempo que trabalham. “Apesar da redução do tempo gasto em deslocações, uma enorme maioria revela trabalhar muitas mais horas. A explicação pode estar relacionada com a necessidade de adaptação às circunstâncias, mas dum modo geral, todos trabalham mais horas e o tempo parece render menos.”
50% desse período de trabalho é alocado a reuniões online, com uma produtividade tendencialmente igual ou superior do que em reuniões presenciais. A registar uma perceção distinta entre homens e mulheres, com vantagem para o género masculino. Segundo Ramiro Martins “os resultados apontam para uma boa recetividade, caso as empresas venham a sugerir a continuidade pos-pandemia de teletrabalho.”
Devido à situação de teletrabalho, 83% considera que a formação online vai evoluir. De acordo com o Professor, “o estudo sugere que cerca de dois terços não tiveram tempo de fazer formação. O restante terço fez formação preferencialmente sugerida pela empresa, mas também por sua iniciativa em temas fora do contexto empresa.”
Sobre o tempo necessário para as empresas retomarem a normalidade, as opiniões divergem: 32 % prevêm que sejam necessários 6 meses e 27 % 3 meses. 18 % são mais cautelosos e avançam comum período superior a 1 ano.
Os hábitos de consumo poderão tardar mais tempo a regularizarem-se, uma vez que 33 % dos respondentes referiram 1 ano, 21 % 2 anos  20 % 6 meses.
76 % dos gestores são de opinião de que as viagens em trabalho vão diminuir, e as de turrismo também numa ordem de grandeza de 33 % . As compras online aumentarão 93%, com tendência para 93 % abdicar de experimentar os produtos antes de comprar.
O “Impacto da pandemia d+na vida pessoal e profissional dos gestores analisou também o impacto do Covid-19 na vida outdoor destacando-se uma clara aptidão para uma convivência mais caseira.   
Em suma, “há um otimismo nas respostas” dos gestores “que tendem a acreditar que o mundo se tornará melhor (25 %), não havendo ninguém que considere que irá ficar pior.” Ramiro Martins estima que “esta atitude irá favorecer uma rápida recuperação e será muito positiva para o país.”

O Prof. Ramiro Martins, responsável pela área de Política Comercial e de Marketing da AESE, apresentou, no dia 11 de maio, um estudo sobre o “Impacto da pandemia na vida pessoal e profissional dos gestores”. As conclusões resultaram de um inquérito realizado junto dos Alumni da AESE, representativo daquilo que pensam os dirigentes e executivos. Neste estudo, participaram 608 profissionais com diferentes perfis académicos, inscritos nos programas: Executive MBA AESE, PADE, PDE, PGL, PADIS, GOS entre outros. 67% são quadros de empresa e 15% possuem uma empresa própria. 23 % têm cargos de administração e 67% são diretores.

Dos gestores questionados, 75% dos gestores que se encontram em teletrabalho revelam terem tido um aumento significativo nas horas trabalhadas, com um crescimento ainda mais considerável da sua perceção do tempo que trabalham. “Apesar da redução do tempo gasto em deslocações, uma enorme maioria revela trabalhar muitas mais horas. A explicação pode estar relacionada com a necessidade de adaptação às circunstâncias, mas dum modo geral, todos trabalham mais horas e o tempo parece render menos.”

50% desse período de trabalho é alocado a reuniões online, com uma produtividade tendencialmente igual ou superior do que em reuniões presenciais. A registar uma perceção distinta entre homens e mulheres, com vantagem para o género masculino. Segundo Ramiro Martins “os resultados apontam para uma boa recetividade, caso as empresas venham a sugerir a continuidade pos-pandemia de teletrabalho.”

Devido à situação de teletrabalho, 83% considera que a formação online vai evoluir. De acordo com o Professor, “o estudo sugere que cerca de dois terços não tiveram tempo de fazer formação. O restante terço fez formação preferencialmente sugerida pela empresa, mas também por sua iniciativa em temas fora do contexto da empresa.”

Sobre o tempo necessário para as empresas retomarem a normalidade, as opiniões divergem: 32 % prevêm que sejam necessários 6 meses e 27 % 3 meses. 18 % são mais cautelosos e avançam comum período superior a 1 ano.

Os hábitos de consumo poderão tardar mais tempo a regularizarem-se, uma vez que 33 % dos respondentes referiram 1 ano, 21 % 2 anos  20 % 6 meses.

76 % dos gestores são de opinião de que as viagens em trabalho vão diminuir, e as de turismo também numa ordem de grandeza de 33 % . As compras online aumentarão 93%, com tendência para 69 % abdicar de experimentar os produtos antes de comprar.

O “Impacto da pandemia na vida pessoal e profissional dos gestores" analisou também o impacto do Covid-19 na vida outdoor destacando-se uma clara aptidão para uma convivência mais caseira.   

Em suma, “há um otimismo nas respostas” dos gestores “que tendem a acreditar que o mundo se tornará melhor (25 %), não havendo ninguém que considere que irá ficar pior.” Ramiro Martins estima que “esta atitude irá favorecer uma rápida recuperação e será muito positiva para o país.”