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Seaventy e a paixão pelo mar

AESE fora de portas: "É um privilégio termos estas oportunidades"

A Seaventy é um operador turístico que pretende que os seus clientes “se sintam felizes. Muito felizes! Pelos momentos que proporcionamos, pelos serviços que oferecemos, pelos produtos que desenvolvemos... enfim, por nos terem descoberto e por se sentirem ligados a nós, numa causa comum: o mar!” Quem o diz é Bernardo Castro, CEO da empresa. Em 3 anos, realizaram mais de 1000 eventos, envolvendo mais de 29 399 pessoas (das quais 15 mil, só em 2017), contribuindo com mais de 1 000 000 € para a Economia do Mar!”

Para demonstrar como funciona o negócio em termos operacionais, corporativos e de liderança das pessoas, Bernardo Castro recebeu os seus colegas do 17.º PGL num barco, que os levou num passeio pelo Tejo, com sabor a Natal.

A visita do Programa de Gestão e Liderança atualmente em curso, realizou-se a 22 de novembro, com saída na doca do espanhol. O CEO, com apenas 27 anos, apresentou a empresa no Barco, dando conta de como surgiu a ideia do negócio, o que levou à sua criação e que hoje tem uma faturação de 900 mil €.
 
Como nasceu a Seaventy?
Bernardo Castro explica o conceito por detrás do plano de negócio: ““Sea” (mar em inglês) e “seventy” (setenta em inglês), criando a palavra “Seaventy”. A génese do nosso nome é um tributo ao facto de 70 % do nosso corpo ser constituído por água e que 70 % do nosso planeta é constituído por oceanos! Logo, a água, além de fazer parte de nós, faz também parte da nossa "casa"! E essa é a missão da Seaventy - promover a aproximação ao nosso elemento natural, mesmo para aqueles que não se sentem ainda atraídos, por alguma razão, pelo mar.”

Um mar de experiências e de oportunidades

“Os aspetos emocionais, as preocupações com o dia a dia das pessoas, a conciliação do trabalho, do emprego e o compromisso, foi o que mais retive desta visita” a “uma empresa de um setor completamente diferente daquele em que trabalho, com uma forma de gestão e uma experiência totalmente diferenciada. Nuno Martins, diretor de uma unidade de negócio e a trabalhar na Conceito e participante no 17.º PGL, destacou a informalidade da organização e o foco nas pessoas como os fatores mais marcantes.

Maria José Freitas Simões, gestora operacional do ITAU e colega de programa de Bernardo Castro e de Nuno Martins, entende que “a visita à Seaventy vem na sequência coerente daquilo que considero ser a mais-valia deste programa. Tem uma componente prática muito forte, em que se alavancam os ensinamentos, mas principalmente se dá a confiança aos participantes para extrair das suas experiências e da apresentação dos casos, aquilo que são, ou que podem ser tomadas como referência, as boas decisões. A visita à Seaventy foi muitíssima enriquecedora nesta linha de continuação, porque tivemos a sorte de conhecer uma empresa extremamente eficaz do ponto de vista do capital humano, muitíssimo motivadora dos seus elementos, que são poucos, e que numa janela temporária tão curta, tão reduzida, conseguiram tanto.

Para nós, só podemos entender isso como uma inspiração tremenda e quase como um corolário daquilo que aprendemos aqui a nível das políticas, das decisões, que têm a ver com o capital humano, com as pessoas, com a gestão dos conflitos, dos egos, das pessoas e perceber de forma muito clara, muito evidente, que as empresas são as pessoas, ou são as pessoas que fazem as empresas. E, com a Seaventy, verificámos e constatámos que, efetivamente, é disso que se trata. Acho que é um privilégio termos estas oportunidades.”