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11º Executive MBA AESE/IESE arranca em peso
30/09/2011, Lisboa
A palavra “dirigir” tem uma raiz etimológica de cunho normativo
A palavra “dirigir” tem uma raiz etimológica de cunho normativo: fazer o que é recto, direito. A função passa por fazer um trabalho bem feito, do qual resultará o seu próprio aperfeiçoamento bem como o daqueles que dirige ou sobre quem tem impacto. Esta foi uma das mensagens deixadas pelo Prof. Pedro Ferro aos participantes no primeiro dia do 11º Executive MBA AESE/IESE.
“A gestão das organizações não é uma actividade eminentemente técnica, mas prudencial, «política».” Pedro Ferro explica porquê: “a técnica é indispensável, porém o que distingue um dirigente de topo de um quadro técnico é a capacidade de decidir, em tempo útil, depois de pedir conselho e analisar a informação disponível.” A prudência adquire-se sobretudo com a experiência, capitalizando experiências passadas e casos precedentes. E o Método do Caso favorece precisamente a multiplicação de experiências.
Hoje em dia, as pessoas têm mais formação, são mais instruídas e talentosas. Os dirigentes têm de dominar mais «linguagens», para serem capazes de dialogar com os seus colaboradores, para entender e resolver os problemas. Mas não basta. Nos últimos anos, a autoridade moral dos dirigentes tem sido questionada, face à evidência de que muitos deles sobrepuseram ilegitimamente os seus interesses pessoais ao bem comum das suas organizações. É fundamental que «um dirigente mereça confiança»."
No final, entre as qualidades de um bom dirigente, Pedro Ferro salientou a importância de "5 sentidos": sentido comum, sentido de urgência, sentido de responsabilidade, sentido de humor e sentido para a vida. São os cinco desafios que o Executive MBA AESE/IESE visa estimular para que os participantes façam a diferença.
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