Notícias

<< Voltar

Internacionalização de PME´s

Com o Prof.  Alfonso Chiner, do IESE

Acendendo o pavio, convida a audiência à reflexão acerca das escolhas estratégicas, pesando os prós e contras do cruzamento entre abordagens mono/multissetoriais e mono/multi-país. Em alternativa a uma concentração no mercado local, o Prof. Alfonso Chiner alerta para o menor risco inerente à otimização de um modelo de negócios, inserido num dado sector de atividade, que seja posteriormente adaptável a outros países e permita assim o crescimento da organização, bem como a sua rentabilidade a médio/longo prazo.
Dada a evolução do PIB nacional, assistimos a uma forte recessão, pelo que a internacionalização será a única forma passível de alcançar o crescimento necessário e ambicionado por algumas das organizações nacionais, que não deverão adormecer lentamente no mercado nacional, depositando todo o seu sucesso na sua recuperação célere.
No entanto, o processo de internacionalização não poderá ser levado a cabo de ânimo leve, de modo algum, aliás como qualquer disciplina organizacional, que deverá sempre ser devidamente planeada, para que a consequente execução levante o menor número de surpresas possíveis, reduzindo de forma drástica o risco de insucesso das iniciativas estratégicas organizacionais e potenciando a geração de resultados favoráveis, previamente definidos sob a forma de objetivos.
Neste contexto, para o convidado da AESE, a internacionalização deverá fazer parte da visão estratégica da organização, dada a lógica global a que assistimos a nível mundial,
que não poderemos combater, mas cujas oportunidades poderemos alavancar e é aí que nos devemos focar. É ainda crucial compreender que existem diferentes fases de internacionalização e que exportar uma parte do Volume de Negócios não é sinónimo de ser uma empresa internacional.
A auditoria do ambiente competitivo internacional, a formulação da estratégia de negócio, bem como o planeamento da mesma, já para não abordar a sua execução, provam que é necessário que este processo seja liderado de corpo e alma pela gestão de topo, com muita paciência, esforço e sacrifício. “É um tema de atitude. São processos que podem demorar entre 20 a 25 anos a consolidarem-se”, refere o Docente do IESE.
Realizado o preâmbulo da adequação da internacionalização à estratégia e visão organizacional, como uma oportunidade efetiva para as organizações nacionais, bem como um tema que deverá ser dirigido com cautela e competência, o Prof. Alfonso Chiner prossegue com a referência à necessidade de serem estudadas as melhores formas de abordagem à entrada nos mercados internacionais, bem como “Não assumir. Comprovar e testar.”
Abarcando o tema da Gestão de Pessoas em contexto internacional, a participação da liderança no processo de internacionalização é obrigatório para se ter sucesso, bem como o recrutamento das pessoas certas. “Encontrar gente qualificada no mercado local é difícil. A nível internacional, ainda é mais difícil”, refere o convidado.
Um dos momentos mais vibrantes e motivantes da Sessão constitui o paralelismo realizado pelo Orador entre o processo de internacionalização e a Era dos Descobrimentos, apelando aos líderes nacionais presentes um sentimento de dever e coragem pela contribuição dos atos das suas organizações em prol do sucesso nacional.
Por fim, o Prof. Alfonso Chiner referiu que “os problemas atuais das empresas familiares não se vão resolver externamente, pelos governos, pelas leis, etc., mas que as soluções terão sim que vir de dentro das próprias empresas.”
São estes os atuais desafios da Gestão, que se colocam diariamente a todas as organizações nacionais, e que devem ser analisados como oportunidades e não como desculpas/ameaças para a inércia organizacional, não esquecendo que a relação pessoal é vital no processo de internacionalização e poderá fazer toda a diferença: “A linguagem
dos negóc

Num ambiente macroeconómico, caracterizado por um nível de incerteza e risco de dimensão categórica, aliado à consolidação do fenómeno da globalização, as barreiras culturais, sociais, legais, políticas e geográficas omitem-se e abraçam a agenda estratégica das organizações de um modo global nunca antes vislumbrado.

O Prof. Alfonso Chiner, Docente do IESE, convidado pela AESE para abordar o tema “Internacionalização de PME’s”, iniciou a sessão de continuidade, realizada a 6 de junho, de forma incisiva, debruçando-se sobre a problemática estratégica inerente aos desafios da internacionalização e alertando para a necessidade de um olhar analítico e estruturado, próprio da “arte do general”. Perante uma assistência de quarenta e cinco Alumni e convidados da zona Norte o tema foi tratado de uma forma muito prática e concreta.

Acendendo o pavio, convidou a audiência à reflexão acerca das escolhas estratégicas, pesando os prós e contras do cruzamento entre abordagens mono/multissetoriais e mono/multi-país. Em alternativa a uma concentração no mercado local, o Prof. Alfonso Chiner alerta para o menor risco inerente à otimização de um modelo de negócios, inserido num dado setor de atividade, que seja posteriormente adaptável a outros países e permita assim o crescimento da organização, bem como a sua rentabilidade a médio/longo prazo.

Dada a evolução do PIB nacional, assistimos a uma forte recessão, pelo que a internacionalização será a única forma passível de alcançar o crescimento necessário e ambicionado por algumas das organizações nacionais, que não deverão adormecer lentamente no mercado nacional, depositando todo o seu sucesso na sua recuperação célere.

No entanto, o processo de internacionalização não poderá ser levado a cabo de ânimo leve, de modo algum, aliás como qualquer disciplina organizacional, que deverá sempre ser devidamente planeada, para que a consequente execução levante o menor número de surpresas possíveis, reduzindo de forma drástica o risco de insucesso das iniciativas estratégicas organizacionais e potenciando a geração de resultados favoráveis, previamente definidos sob a forma de objetivos.

Neste contexto, para o convidado da AESE, a internacionalização deverá fazer parte da visão estratégica da organização, dada a lógica global a que assistimos a nível mundial, que não poderemos combater, mas cujas oportunidades poderemos alavancar e é aí que nos devemos focar. É ainda crucial compreender que existem diferentes fases de internacionalização e que exportar uma parte do Volume de Negócios não é sinónimo de ser uma empresa internacional.

A auditoria do ambiente competitivo internacional, a formulação da estratégia de negócio, bem como o planeamento da mesma, já para não abordar a sua execução, provam que é necessário que este processo seja liderado de corpo e alma pela gestão de topo, com muita paciência, esforço e sacrifício. “É um tema de atitude. São processos que podem demorar entre 20 a 25 anos a consolidarem-se”, refere o Docente do IESE.

Realizado o preâmbulo da adequação da internacionalização à estratégia e visão organizacional, como uma oportunidade efetiva para as organizações nacionais, bem como um tema que deverá ser dirigido com cautela e competência, o Prof. Alfonso Chiner prossegue com a referência à necessidade de serem estudadas as melhores formas de abordagem à entrada nos mercados internacionais, bem como “não assumir. Comprovar e testar.

Abarcando o tema da Gestão de Pessoas em contexto internacional, a participação da liderança no processo de internacionalização é obrigatório para se ter sucesso, bem como o recrutamento das pessoas certas. “Encontrar gente qualificada no mercado local é difícil. A nível internacional, ainda é mais difícil”, refere o convidado.

Um dos momentos mais vibrantes e motivantes da Sessão constitui o paralelismo realizado pelo Orador entre o processo de internacionalização e a Era dos Descobrimentos, apelando aos líderes nacionais presentes um sentimento de dever e coragem pela contribuição dos atos das suas organizações em prol do sucesso nacional.

Por fim, o Prof. Alfonso Chiner referiu que “os problemas atuais das empresas familiares não se vão resolver externamente, pelos governos, pelas leis, etc., mas que as soluções terão sim que vir de dentro das próprias empresas.”São estes os atuais desafios da Gestão, que se colocam diariamente a todas as organizações nacionais, e que devem ser analisados como oportunidades e não como desculpas/ameaças para a inércia organizacional, não esquecendo que a relação pessoal é vital no processo de internacionalização e poderá fazer toda a diferença: “a linguagem dos negócios é comum em qualquer parte do mundo para homens de negócios inteligentes."