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S. Josemaria e o amor a Portugal

Lançamento do livro do Padre Hugo de Azevedo

No dia 9 de janeiro, data em que se comemorou os 110 anos do nascimento de S. Josemaria Escrivá, o Monsenhor Hugo de Azevedo, Capelão da AESE, lançou o livro “S. Josemaria Escrivá: o fundador do Opus Dei”. A obra retrata a memória viva de quem conviveu de perto com o Santo e que vê na partilha dos vários episódios que povoam o livro de sentido de humor, exigência e respeito pela diferença, uma fonte de inspiração para os homens e mulheres de hoje.

"As biografias fazem-nos aproximar dos biografados", porque nos ajudam a conhecer as pessoas, boas ou más”. Esse foi um dos motivos que despertou o interesse de Zita Seabra, diretora-geral da editora Aletheia, para a publicação do livro. Apesar de inicialmente ter pensado que seria uma obra meramente laudatória, ao lê-lo concluiu que valia a pena a aposta, já que S. Josemaria "foi uma pessoa que marcou o século XX, criou uma obra - o Opus Dei-, viveu em Portugal, passou dificuldades, como os momentos conturbados da Guerra Civil espanhola -mas com muita alegria”. Trata-se, por isso, de “uma lição de vida”. Para além do “Padre Hugo de Azevedo escrever muito bem”, é “um livro útil, de referência.”

A biografia “S. Josemaria Escrivá: o fundador do Opus Dei” tem a particularidade de relatar a história de quem ouviu e não de quem leu: "deu-me um grande prazer editar este livro porque transmite traços de caráter de quem conheceu o biografado pessoalmente. Trata-se de um testemunho direto e pessoal, que só é possível devido à experiência de vida com o biografado.” Nos tempos que correm a vida de S. Josemaria é “um exemplo positivo" que contrasta  com as várias “histórias negativas” que vão povoando os meios de comunicação social.

Durante a sessão, o Padre Hugo de Azevedo relatou vários episódios referidos no livro que fizeram rir a assistência pela originalidade que imprimiu às relações que estabeleceu com Portugal, através do contato com a Irmã Lúcia, os jovens, entre outros. O seu “amor por Portugal” fazia com que "encontrasse belezas e grandezas que eu não descobria." Como refere o autor, este apreço pelos portugueses fica a dever-se também ao fato deste ter sido o “primeiro país a que o Padre veio depois de Espanha para preparar o caminho” da fundação do Opus Dei.

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