Conferência Dinheiro Vivo Relançar Portugal

09/12/2020

O Dinheiro Vivo celebrou o 9.º aniversário na AESE Busienss School, com um debate multidisciplinar sobre iniciativas que podem relançar Portugal nos diferentes setores de atividade lesados pela crise económica herdeira da pandemia. O evento decorreu na AESE, no dia 9 de dezembro de 2020.


Do Turismo e Restauração à Indústria, passando pela Energia, Digitalização, Formação de Recursos Humanos e Saúde várias foram as perspetivas apresentadas.


Um olhar sobre o turismo
Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, abriu a ordem de trabalhos declarando que “temos de responder a desafios transversais, de grande impacto, como as alterações climáticas, a digitalização e a desigualdade. Temos de apostar na qualificação dos portugueses”. Do seu ponto de vista, o crescimento do turismo dependerá de motores como: o investimento, o território, a conectividade, o conhecimento e a promoção de destinos.


Economicamente falando
A pandemia criou um impacto no Produto Interno Bruto (PIB) português 3 vezes superior ao registado na crise financeira de 2008. Quem o diz é Manuel Rodrigues, Professor da AESE e lecturer na ”Financial Management Education” da ”King”s College”, em Londres, que defende não haver paralelo com a crise passada.


Ideias para relançar Portugal em debate
O debate foi estimulado com os contributos de Sofia Tenreiro, COO Comercial da Galp, Rui Lopes Ferreira, CEO do Super Bock Group, José Miguel Leonardo, CEO da Randstad, Ricardo Parreira, CEO da PHC, e Vasco Antunes Pereira, CEO do Grupo Lusíadas.


A competitividade de Portugal no xadrez internacional 
António Correia, Territory Senior Partner, alertou para o facto de Portugal ter de fazer melhor e mais rápido. Para isso, a liderança é fundamental no repensar do crescimento económico, reimaginar o sucesso, reparar as falhas das instituições, fazer o refresh à tecnologia, de forma rápida e massiva.


A vulnerabilidade e o reforço da economia do futuro
No final coube à Prof. Maria de Fátima Carioca, Dean da AESE, sistematizar as ideias a reter para o empreendimento que Portugal tem agora pela frente.
O número de variáveis para o sucesso vai aumentar a vulnerabilidade das pessoas, das empresas e da humanidade. “O para quê” é fundamental para relançar as Famílias, os empregos, as empresas e o país, numa época que reclama mais compromisso de todos, no que toca à liderança e à aprendizagem contínua.