A liderar a equipa de marketing do Sport Lisboa e Benfica desde o milénio passado, Miguel Bento, Diretor Comercial e de Marketing, lançou uma ambiciosa transformação digital, culminando na criação de um conceito revolucionário de entretenimento pré-jogo chamado “Inferno da Luz”. Este projeto não só reformulou a experiência de dia de jogo para os adeptos, como também teve um impacto significativo nas receitas comerciais e no valor de marca do clube. A estratégia de transformação digital focou-se na modernização da infraestrutura do estádio e na integração de tecnologias avançadas para melhorar a recolha de dados e personalizar a experiência do adepto (customer-centric), facilitando a implementação de novas práticas de engagement com os adeptos.
Depois de uma época sem troféus, o SLB conseguiu manter sempre a lotação do estádio completa com todas as estratégias de marketing que implementou nos últimos anos. Mas a equipa de Miguel Bento questionava se seria suficiente. Nos últimos anos, vários clubes de Top mundial tinham investido em estratégias de Marketing, mais brand-centric enquanto outras em estratégias mais customer-centric. Deveria a equipa reforçar a estratégia customer-centric, alterar de estratégia para brand-centric ou complementar a atual estratégia com elementos de brand-centric?