CASO DE ESTUDO

Clear skies ahead

Política de Empresa
Professor Supervisor
Adrián Caldart
Autores
Ana Sofia Queirós de Moura Lagarelhos
Autores
Cristiana de Oliveira Dias
Autores
Margarida Raimundo Tato Marinho
Autores
Nuno Jorge Gomes dos Santos
Autores
Pedro Ferreira Cruz
Autores
Sónia Sofia Ramos Martins
| 12 Fev 2015 | 2 min of reading

12 Fev 2015 | 2 min of reading

Professor Supervisor
Adrián Caldart
Autores
Ana Sofia Queirós de Moura Lagarelhos
Autores
Cristiana de Oliveira Dias
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Margarida Raimundo Tato Marinho
Autores
Nuno Jorge Gomes dos Santos
Autores
Pedro Ferreira Cruz
Autores
Sónia Sofia Ramos Martins
Banking in Poland

Uma nova era para a Polónia teve início em 2004, com a adesão à União Europeia. Desde então, o país soube aproveitar de forma eficaz a entrada de fundos estruturais da UE para crescer e reforçar a sua economia. Em conjugação com uma política monetária sólida, este contexto conduziu à valorização contínua do zloty polaco (PLN) face às principais moedas, desempenho que se esperava manter num futuro previsível. Contudo, com o agravamento da crise financeira no verão de 2008, desencadeado pelo colapso do Lehman Brothers, três países da Europa de Leste recorreram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) — Hungria, Ucrânia e Letónia —, levando os investidores a abandonar a região e, consequentemente, as suas moedas. Naturalmente, este movimento resultou numa forte desvalorização do zloty, o que afetou de forma significativa o desempenho do Bank Millennium, dada a sua dependência da robustez da economia polaca e da sua moeda. Esta situação acabou por provocar uma alteração estrutural no paradigma do setor e por fragilizar a estratégia do banco.

A crise teve início em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos, quando o HSBC registou imparidades significativas nos seus ativos ligados a títulos hipotecários associados ao segmento subprime. Foi então que o mundo tomou consciência de um problema de grande dimensão que se vinha desenvolvendo nas sombras e que acabaria por expor as fragilidades do sistema financeiro. Seguiram-se várias outras instituições financeiras, os mercados entraram em pânico e os investidores tornaram-se progressivamente mais avessos ao risco, reduzindo a sua exposição a ações e procurando refúgio em obrigações do Tesouro e em matérias-primas. Este movimento levou os especuladores a juntar-se ao “efeito de manada”, retirando biliões de dólares dos mercados acionistas e de títulos hipotecários, pressionando ainda mais os mercados em queda. Gradualmente, a desconfiança entre os bancos começou a intensificar-se, uma vez que existia pouca informação sobre a dimensão real das perdas enfrentadas por cada instituição, e o mercado interbancário de liquidez começou a enfraquecer e a congelar.

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