Um complemento experiencial ao Método do Caso
Na AESE, o Método do Caso é o eixo central do processo de ensino-aprendizagem. Para reforçar essa experiência — e aprofundar a aprendizagem pela ação — recorremos também a simulações de gestão, integradas de forma criteriosa em alguns programas.
As simulações permitem aos participantes experimentar decisões em tempo real, observar consequências imediatas e refletir sobre os impactos estratégicos, financeiros e organizacionais das suas escolhas, num ambiente controlado mas exigente.
Decidir em vez de observar
Decidir em vez de observar
As simulações colocam os participantes no papel de decisores, exigindo ação em tempo real, sob incerteza, informação incompleta e pressão competitiva.
Pensamento estratégico em ação
Cada escolha tem consequências visíveis, obrigando a definir prioridades, antecipar cenários e alinhar decisões imediatas com objetivos estratégicos.
Decisão em contextos dinâmicos
O contexto evolui a cada ronda. A concorrência reage, os dados mudam e as decisões têm de ser ajustadas rapidamente.
Trabalho em equipa sob pressão
As decisões são tomadas em grupo, promovendo debate, alinhamento e responsabilização coletiva — competências-chave da liderança.
Integração nos programas AESE
As simulações são utilizadas de forma seletiva e alinhada com os objetivos pedagógicos de cada programa. No caso da AESE, este recurso é utilizado exclusivamente no Executive MBA, como complemento ao método do caso, reforçando a aplicação prática dos conceitos abordados ao longo do programa.
A escolha das simulações privilegia:
- realismo dos cenários
- relevância estratégica
- exigência analítica
- possibilidade de reflexão estruturada
Um complemento ao Método do Caso
Na AESE, as simulações não substituem o Método do Caso. Funcionam como um complemento experiencial que reforça a aprendizagem, permitindo testar decisões, errar sem risco real e refletir de forma estruturada sobre os resultados.
Tal como no método do caso, o papel do professor é central: orientar a discussão, enquadrar a experiência vivida e transformar a ação em conhecimento aplicável.
Porque aprender gestão não é apenas analisar decisões passadas — é também aprender a decidir.