“O PADIS do Alto Alentejo, pelo facto de ser promovido entre a AESE e a ULS, e por existir esta descentralização das grandes zonas urbanas como Lisboa, acaba por ser algo de que precisamos.
Estar descentralizado, principalmente num território de baixa densidade e com algumas dificuldades de acesso — que hoje em dia já são mais facilitadas, seja digitalmente, seja presencialmente — é muito importante.
É sempre preciso ter uma estratégia de atividades formativas, perceber e ir ao encontro daquilo que são os profissionais de saúde e a nossa comunidade, que precisamos de aproximar, sobretudo, nas ULS; principalmente as que estão na periferia — para podermos dar maior equidade e equilíbrio nas oportunidades, tanto para os profissionais de saúde como para a comunidade.
E o PADIS do Alto Alentejo vem dar-me esta visão transformadora, servir também de agente de mudança.
Julgo que não sairei certamente a mesma pessoa e é exatamente isso que se pretende.”