Fazer este MBA foi muito mais do que transformar a minha própria vida; foi, claramente, adquirir a capacidade de transformar vidas!
Quando falamos de economia social, falamos, obrigatoriamente, de pessoas, entrega, serviço e amor ao próximo. Mas onde é que estes conceitos se cruzam com a frequência de um MBA? Na minha opinião, em tudo. Isto porque, quando falamos de economia social, deveríamos falar de economia de impacto — e, para isso, precisamos de organizações sociais mais robustas, mais preparadas e com uma gestão cada vez mais profissional.
Percorrer este caminho — que foi a minha frequência no MBA ao longo destes quase dois anos — fez-me olhar para números, operações, marketing, governança e tantas outras áreas de gestão com um foco que acaba sempre no mesmo ponto: o cuidado das pessoas. Ser gestor hoje em dia não é mais do que capacitar as nossas organizações para que, otimizando recursos, possamos cuidar melhor das pessoas. E quem melhor do que a economia social para fazer isto? Que melhor ferramenta poderíamos querer para transformar uma economia meramente assistencialista numa verdadeira economia de impacto?
Com o tempo a tornar-se cada vez mais escasso e os recursos limitados pela dimensão da organização onde trabalho, fazer um MBA só foi possível graças a uma crença profunda: a de que este processo me tornaria uma pessoa melhor. A convicção de que a transformação que ocorria em mim iria possibilitar melhorar, cada vez mais, a vida de outras pessoas deu-me o alento necessário para superar um caminho de baixos e mais baixos — que, no final, me fez acreditar que seria capaz de subir ao topo do Monte Fuji.
Para a economia de impacto, poder contar com quadros com este tipo de formação é a prova de que podemos — e devemos — ser tão capazes e eficientes como qualquer organização do setor corporativo.
Fazer este MBA foi muito mais do que transformar a minha própria vida; foi, claramente, adquirir a capacidade de transformar vidas!