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Dulce Mota

Vice Presidente da Comissão Executiva do Montepio Geral

Alumna do PADE

Em boa hora, Dulce Mota apostou no setor financeiro e, sem nunca ter relegado para segundo plano a Família, chegou a um cargo de topo, num mundo maioritariamente masculino. Vice Presidente do Montepio Geral, fez o PADE – Programa de Alta Direção de Empresas, da AESE.

Alicerça a sua forma de estar na vida em “valores inabaláveis” e considera fundamental “não desistir”, mantendo sempre uma atitude de aprendizagem contínua.


Quais os principais marcos na sua trajetória profissional, que contribuíram para chegar à posição de Vice Presidente da Caixa Económica do Montepio Geral?
Uma carreira académica de sucesso, complementada por atualizações permanentes ao nível da gestão como o Programa de Alta Direção na AESE.
Ter apostado num momento adequado no setor financeiro, onde viria a fazer carreira num Grupo de referência.
Ter aceite, com humildade e o mesmo entusiasmo, os vários desafios que foram surgindo, nunca perdendo a ambição de chegar ao topo.


Quais foram as suas principais conquistas?
Num mundo ainda muito masculino, ter conseguido, através da afirmação profissional, um lugar de topo.
Nunca ter posto em segundo plano a família, que acompanhou a evolução da minha carreira e a quem dediquei sempre uma atenção especial e prioritária, nomeadamente em momentos de decisão importantes.


Quais as principais lições que a tornam a dirigente que é hoje?
Nunca desistir.
Basear toda a actuação em valores inabaláveis.
Aproveitar cada momento, cada dia, cada negociação, cada projeto, cada decisão como momentos de aprendizagem e de crescimento.
E respeitar sempre as equipas e os “pares”.


Quais os valores pelos quais se rege e que transmite às suas equipas?
Honestidade (também intelectual), lealdade, rigor, verdade, justiça, respeito, humildade, simplicidade, assim como vontade de evoluir, ambição permanente e identificação com os valores das organizações que servimos.


Se pudesse recuar no tempo, o que faria diferente?
Teria investido mais no networking.
Teria, talvez, substituído momentos de decisão mais emocionais por maior racionalidade.
Estou contente e orgulhosa do meu percurso e, sobretudo, nunca me desviaria dos valores e das prioridades que sempre soube definir.


Profissionalmente, como se vê daqui a 5 anos?
Vejo-me com uma vida profissional mais calma, menos intensa, com posições não executivas, contribuindo com o meu conhecimento e experiência decisivamente para o desenvolvimento e crescimento das empresas /organizações que servir. Se possível, complementar com uma ligação à causa social e ao conhecimento.

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