O rigor e a exigência como fatores incontornáveis no setor agroalimentar na UE - AESE Business School - Formação de Executivos

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O rigor e a exigência como fatores incontornáveis no setor agroalimentar na UE

28/02/2024

O Pacto Ecológico Europeu e a estratégia do Prado ao Prato são políticas europeias que refletem as preocupações ambientais vigentes. Porém, podem resultar na diminuição da produção alimentar na União Europeia e, consequente, no aumento das importações. Em causa estão os padrões ecológicos, de segurança e de qualidade que são menos exigentes do que os praticados no espaço doméstico europeu.


A preocupação crescente com os alimentos “altamente seguros, de elevada qualidade e obedecerem a regras de produção, normalização, embalamento e distribuição” tem obrigada o setor a todo um processo “muito rigoroso e exigente”. Segundo Gonçalo Santos Andrade, Presidente da Portugal Fresh, Vice-Presidente da CAP, membro da Comissão Executiva da Lusomorango, importa garantir que os produtos importados respeitem as mesmas regras e padrões de segurança alimentar, a fim de não se diminuir a competitividade de produção na União Europeia.

Diretor do Programa GAIN | Direção de Empresas da Cadeia Agroalimentar da AESE, Gonçalo Santos Andrade foi o anfitrião da sessão organizada pelo Agrupamento de Alumni AESE, alusiva a este tema. O encontro realizou-se na AES, em Lisboa, a 28 de fevereiro de 2024, com vista a fomentar o debate das tendências a cerca da “Segurança Alimentar na UE”. A discussão considerou a participação de vários oradores responsáveis por negócios no setor, como: Ondina Afonso, Presidente do Clube de Produtores Continente, João Vacas, Advogado na ABREU Advogados, Pedro Santos, Diretor geral na Consulai e Rui Veríssimo Batista, Agricultor e Empresário. Cada um apresentou a sua perspetiva, de acordo com a experiência real de agentes no setor de atividade. As intervenções estiveram sob a moderação de Joana Madeira Pereira, da ALL Comunicação.


Cientes de que a União Europeia é apenas responsável por 6,4% das emissões globais de gases de efeito de estufa (GEE), é imperativo estabelecer acordos com a China, os EUA e a Índia, a fim de se conseguir uma resposta mais rápido e justa no combate às alterações climáticas.

A sessão decorreu no sentido de encontrar o equilíbrio adequado entre as ambições ambientais e a necessidade de aumentar a produção de alimentos na União Europeia, atendendo ao facto de que os consumidores procuram cada vez mais produtos saudáveis e biológicos.


Depois de destacadas as tendências, o debate foi estendido à audiência presente em sala.




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