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A gestão de influência: o poder do networking

19/04/2021

A gestão de influência e network são fundamentais na atividade profissional de um dirigente ou executivo. Em que medida ser eficiente e como aproveitar as oportunidades que surgem, ainda que em contexto de pandemia, foi o desafio que a área de Career Management da AESE lançou a Ana Margarida Ximenes, Presidente da Atrevia Portugal, Chair da IABC EMENA e Alumna da AESE, e a Pedro Caramez, Autor de um livro sobre Linkedin, orador e consultor, no dia 19 de abril. A sessão organizada remotamente, foi organizada a pensar particularmente nos Alumni do Executive MBA AESE.


Ana Margarida Ximenes destacou algumas regras de ouro na gestão da influência:

  1. Gerir a influência interna nas organizações – um poder muitas vezes esquecido. Tão importante como conhecer o mercado, é conhecer os colegas, agora todos eles digitalmente acessíveis à distância de um clique;
  2. Definir o target a atingir e a melhor estratégia a adoptar, de forma a prioritizar as ações, de acordo com um plano de trabalho;
  3. Criar conteúdos interessantes para alimentar a plataforma, uma vez que o perfil esteja definido e os contactos mapeados;
  4. Atualizar a informação publicada, de forma a retratar à realidade;
  5. E gerir os momentos de networking, nas suas 3 fases: no antes, no durante e no após.


Apesar do distanciamento físico imposto pela pandemia, o digital teve a virtuosidade de aproximar ainda mais as fronteiras geográficas entre profissionais, colocando em contacto pessoas que de outra forma não estariam tão acessíveis.O Linkedin já tinha surgido muito antes com essa finalidade. Porém, hoje, “os modelos de comunicação tornaram-se muito mais ativos nas organizações”, com tendência a intensificarem-se com o desconfinamento.


A oradora abordou ainda questões culturais a considerar e dicas para otimizar a presença dos líderes nas redes sociais.


Após este enquadramento, Pedro Caramez desenvolveu temas mais concretos de gestão do Linkedin pessoal e corporativo. A atualização dos dados públicos, a clareza, a objetividade da informação mais distintiva do profissional ou da empresa, os gráficos e os idiomas foram pontos chave destacados pelo especialista.


“O utilizador deve ter consciência de que o perfil deve ter vida”, alertou o convidado. Deixar o perfil abandonado, com informação escassa, pouco digna e sem rede de contactos, são fatores prejudiciais, quer para um indivíduo quer para uma empresa, numa lógica de prospeção do “know who” da comunidade em rede.


Às apresentações dos convidados, seguiu-se um período de esclarecimento de dúvidas muito prático, tomando as páginas dos participantes no Linkedin como “caderno de exercícios”.