AESE debate a Economia Circular no Greenfest Carcavelos 2021

17/09/2021

O GreenFest Carcavelos 2021, tido como o maior evento de sustentabilidade em Portugal, realizou-se de 17 a 19 de setembro de 2021. A Prof. Maria de Fátima Carioca foi uma das oradoras convidadas, contribuindo para a reflexão sobre “regenerar nas vertentes ambiental, social, e económica, sob o ponto de vista da Economia circular.


““Doughnut Economics”: Social and Environmental Impact at the heart of Economic Thinking” foi o tema da mesa redonda que equacionou o papel do Estado e das cidades, da empresas e das universidades.


“Atendendo aos novos paradigmas e modelos que têm emergido nas últimas décadas, (como se de uma revolução silenciosa se tratasse)”, urge “repensar a economia e a gestão, no que respeita à teoria e à prática, de forma a contribuir para o processo dos grandes desafios, que as Nações Unidas sintetizam como “Sustainable Development Goals”, uma visão partilhada de como por termo à pobreza, resgatar o planeta e construir a paz mundial”.


A Economia circular pode ser entendida como a fase preliminar para a prosperidade humana do sec. XXI, com fito a atender às necessidades de todas as pessoas. De acordo com os recursos atuais do planeta. O conceito de donut implica a existência de 2 esferas concêntricas: a  social – que garante que ninguém é deixado na carência dos bens essenciais à vida-; e a ecológica – que assegura que a humanidade preservará os limites planetários que protegem os sistemas que sustentam a vida na Terra. Entre estas duas dimensões, existe um espaço vazio do “donut” onde cabe a segurança ecológica e social: um espaço no qual a humanidade pode prosperar.”


À semelhança do que tem vindo a ser habitual, o GreenFest Carcavelos 2021 reuniu referências de cada vertente da sustentabilidade e especialistas de vários setores.


Para além do papel do ensino da Economia e da Gestão, desenvolvido pela Dean da AESE, coube a Inês Costa, refletir sobre “o papel do Estado”, Carlo Giardinetti enquadrar o tema numa visão geral,  João Pedro Tavares, referir “o papel das Empresas” e  Vasco Moreira Rato focar “o papel das Cidades”.