AESE insight #135

[av_section min_height='' min_height_px='95px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' scroll_down='aviaTBscroll_down' custom_arrow_bg='#f37421' id='' color='main_color' custom_bg='#ffffff' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Artigos' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] AESE insight #135 > Thinking ahead [/av_heading] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/1-copy.png' attachment='8233182' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='post,5307' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Maria de Fátima Carioca' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Dean da AESE Business School e Professora de Fator Humano na Organização, [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='2026 - Lições de 250 Anos de História dos EUA' color='' style='' custom_font='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] No início de 2026, um amigo dizia-me que “há anos em que o tempo parece pedir silêncio antes de ser pronunciado. 2026 é um desses anos.” E acrescentava “não porque tenha em si qualquer mistério extraordinário, mas porque se aproxima com a exigência de um começo verdadeiro”.
Referia-se ao adjetivo “verdadeiro”, no sentido de busca e conformação com a Verdade. De resto, nunca se trata de um verdadeiro começo, já que trazemos connosco a herança de muitas gerações, a sombra e a luz das épocas atravessadas. E ainda bem que assim é. O verdadeiro futuro só se alcança, olhando o passado e reconhecendo nele a nossa identidade mais profunda. O passado não é uma âncora que nos imobiliza; é a consciência que nos permite sabermos quem somos e uma referência que nos permite construir o futuro.
Entre as várias datas que 2026 nos oferece, uma ergue-se com particular relevância: os 250 anos da independência dos Estados Unidos da América. Há algo de épico nesta fundação. Um povo, pequeno e disperso, ousou declarar que a liberdade é um direito natural, que Deus vela sobre a dignidade do homem e que a justiça não nasce da força, mas da verdade que antecede o próprio Estado. O que ali se afirmou não foi apenas a autonomia política de um território. Foi a proclamação de uma nova possibilidade humana. E o país tornou-se potência, tornou-se exemplo, tornou-se medida comum de um mundo que se organizou, segundo o seu ritmo e as suas promessas. Durante mais de um século, a força americana não foi apenas militar ou económica: foi simbólica.
No entanto, todos sabemos o momento singular que hoje atravessamos. A mudança de época entrou no quotidiano e tornou-se comum. Já não habitamos a segurança das décadas anteriores. E, neste sentido, também os EUA têm algo a ensinar-nos. As suas grandezas foram grandes, porque se apoiaram na liberdade, na democracia, na energia criadora, na paz. Mas também os seus excessos se tornaram claros: o individualismo que enfraquece o bem-comum, o relativismo que dissolve a verdade, a prosperidade que não sacia, a fragmentação que empobrece a alma. Crescemos dentro deste modelo, mas também reconhecemos que ele já não basta.
Num contexto de incerteza, ante crises económicas, migratórias ou sociais, tendemos a procurar líderes que projetem segurança, mesmo que isso signifique renunciar a valores humanos e políticas humanizantes. Como Daniel Kahneman aponta, "as emoções dominam as nossas decisões em tempos de incerteza, eclipsando a razão." E abrimos espaço, sobretudo na política, à emergência de líderes caracterizados por uma retórica agressiva e divisiva e estratégias autoritárias, independentemente da ideologia que preconizam. A persistência do populismo autoritário, em diferentes momentos da história e em diferentes latitudes, mostra que não se trata de um fenómeno exclusivo da esquerda ou direita, mas de uma dinâmica de poder que explora o descontentamento social e as quedas estruturais da democracia. Em ambos os casos, o denominador comum é a promessa de uma solução fácil para problemas complexos, com um líder carismático e desafiante.
Coincidentemente, ou talvez não, os EUA, mais uma vez invocando a liberdade, iniciaram o ano com uma operação militar que resultou na captura do Presidente Nicolás Maduro, removendo-o do poder e inaugurando uma nova fase política na Venezuela. Sobre este acontecimento, a análise é complexa. Por um lado, há o direito de não ingerência e salvaguarda da soberania de todos os países – nesse sentido, haveria uma motivação. Por outro lado, há, bem explícita na Carta das Nações Unidas, a pretensão de vivermos num mundo de igualdade de direitos entre todos os cidadãos e, nesse sentido, há uma motivação para que se deponham todos os líderes que, despoticamente, governam os povos, renegando-lhes direitos e condições de vida mínimas. Por um lado, muitos venezuelanos viram renascer a esperança e estão, compreensivelmente, entusiasmados e confiantes. Mas, por outro lado, existe o risco muito real de que a intervenção unilateral de Trump na Venezuela incentive ações semelhantes noutras geografias.
2026 pode assim ser um momento verdadeiramente definidor. E é aqui que a lição dos 250 anos dos EUA se torna, de novo, relevante. O futuro não se constrói contra o passado, mas também não se sustém apenas nele. Uma época só ultrapassa outra quando recupera o seu princípio vital. No caso dos EUA - e da Europa também -, esse princípio foi sempre a consciência de que a liberdade precisa de transcendência (para muitos, Deus) para não se perder em si mesma. Se queremos que 2026 seja um verdadeiro início, devemos aprender com a História. A liberdade deve ser reencontrada como responsabilidade, a democracia como bem comum, a prosperidade como consequência e não como fim. Acima de tudo, devemos reencontrar a ideia simples e antiga: a de que nenhuma civilização permanece sem reconhecer aquilo que a transcende, de algo que a preceda e a ultrapassa, que lhe dá sentido e impulsiona a sua própria renovação.
No fundo, talvez o problema não seja apenas o tipo de líderes que escolhemos, mas porque continuamos a acreditar que a liderança é um fenómeno individual e não um processo coletivo, uma responsabilidade de todos. Um líder autoritário prospera quando a sociedade abdica da sua voz, em troca de uma suposta segurança. Tal não acontece numa sociedade que assume a sua própria responsabilidade na construção do futuro. E essa responsabilidade está em jogo em cada escolha que cada um de nós faz, diariamente. Na grandeza das nossas decisões, mesmo que muitas vezes pequenas, se encontra a verdade sobre que mundo queremos mesmo construir.
O ano está no ainda no início. Temos 352 dias nas mãos para moldar o mundo, o nosso mundo e aquele que queremos deixar como legado! Mãos à obra!

Artigo publicado no Jornal de Negócios [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' 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src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/AESE-insight-site-45.png' attachment='8233186' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-135-4/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Quando a paixão já não governa: notas sobre a gestão do desporto contemporâneo' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Ramiro Martins Professor e Responsável Académico da Área de Política Comercial e Marketing e Diretor do Programa SLAM | Sport Leadership Management [/av_heading] [/av_one_third] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #135

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Só no setor das frutas, legumes e flores - que já exporta 2,5 mil milhões - triplicámos as exportações em pouco mais de uma década, ganhámos reconhecimento nos mercados mais exigentes, apostámos em certificação, inovação, digitalização, robotização e rastreabilidade.
A Agricultura está a mudar o presente e pode moldar o futuro de Portugal. Mas para isso é preciso ambição. Primeiro, na gestão dos recursos hídricos. Depois, nos acordos comerciais estratégicos, como o Mercosul, que muito podem contribuir para diversificar mercados e valorizar os nossos produtos.
Comecemos pelos recursos hídricos. Sem água não há produção, não há alimentos, não há coesão territorial. E não haverá sustentabilidade para um setor que já provou ser competitivo, resiliente e estratégico. Em 3,7 milhões de hectares agrícolas, apenas 15% têm regadio. Isto é inaceitável num país com condições de clima de excelência e com produtos de elevada qualidade e segurança, reconhecidos em toda a Europa. Na Andaluzia, por exemplo, onde existem 3,6 milhões de hectares agrícolas, há 1 milhão de hectares de área regada.
A estratégia Água que Une, apresentada em março de 2025, não pode ser mais um projeto com um nome bonito. Tem de ser um projeto de interesse nacional e liderado pelo próprio primeiro-ministro. Promete 5 mil milhões de euros até 2030, mas estão por conhecer as datas concretas para este investimento. Sem barragens, charcas, reservatórios e sistemas modernos de distribuição, não há milagres. Os agricultores já produzem mais, utilizando menos água, usam sensores, tecnologias de precisão e novas variedades mais resistentes. Mas sem modernização das infraestruturas, as perdas de água são cada vez mais elevadas (antes mesmo de chegarem aos agricultores) e não há inovação que trave este problema, com tão grande impacto para o ambiente e a economia. Corremos o sério risco de perder competitividade e ficar dependentes de importações. Comprometemos, assim, a segurança alimentar, a sustentabilidade e o equilíbrio do território.
O ponto seguinte que gostaria de abordar é relativo aos Acordos Comerciais, nomeadamente, o Mercosul. A segurança alimentar está em risco em toda a União Europeia. Embora seja o líder mundial das exportações neste setor, a verdade é que, nos últimos anos, as importações têm vindo a crescer a um ritmo muito superior.
Em 2024, a UE exportou 233 mil milhões de euros, ficando à frente dos Estados Unidos (com 168 mil milhões de euros) e do Brasil (com 133 mil milhões de euros). A China, com 77 mil milhões de euros de exportações, e o Canadá, com 63 mil milhões de euros, fecham o top 5. Nas importações, a UE ocupou o terceiro lugar das geografias que mais compram produtos alimentares nos mercados externos, com 171 mil milhões de euros em 2024, atrás da China com 182 mil milhões de euros, e do líder das importações mundiais, os EUA, com 194 mil milhões de euros. O Reino Unido com 78 mil milhões de euros e o Japão, com 58 mil milhões de euros, fecham o top 5.
Em suma, em 2024 as exportações da UE cresceram 3% face a 2023 e as importações cresceram 8%, o que reforça a preocupação com a nossa segurança alimentar.
Estes números representam as trocas comerciais do agroalimentar entre os vários blocos geográficos a nível mundial, e evidenciam a necessidade da União Europeia em conseguir acordos robustos para aumentar e diversificar as suas exportações. O Acordo de Comércio entre a União Europeia e os países do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) é uma oportunidade globalmente positiva para o agroalimentar da UE, já que possibilita o acesso a um mercado de 270 milhões de consumidores. Na minha opinião, também é uma oportunidade muito positiva para o agroalimentar nacional.
As salvaguardas previstas no acordo sobre as importações para a UE defendem os sub-sectores que, à partida, são mais vulneráveis. Há, agora, que exigir o cumprimento e fiscalização das regras incluídas no acordo. O Brasil, pela nossa história, pelo conhecimento dos consumidores brasileiros de alguns produtos que já exportamos e pela facilidade da língua, é o mercado de maior potencial para os produtos portugueses. No entanto, importa também olhar para a Argentina, o Paraguai e o Uruguai de forma a atingir os 270 milhões de consumidores que este acordo nos trás, em vez de apenas 210 milhões. O azeite, os vinhos, os queijos, as frutas, entre outros, poderão ter uma enorme oportunidade de acesso sem tarifas a um mercado de elevado potencial.
A decisão do Parlamento Europeu de remeter o acordo UE-Mercosul ao Tribunal de Justiça da UE é um sinal errado para um mercado mais aberto e global e principalmente para os nossos parceiros sul-americanos.
Desde Setembro, tenho participado em várias feiras internacionais, missões empresariais e missões de prospecção. Passei por Hong Kong, Dubai, Berlim, Madrid e São Paulo - onde acompanhei a missão comercial da UE ao Mercosul liderada pelo Comissário Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural. Estive ainda em Barcelona onde realizei uma formação no IESE Business School, e em Budapeste. Em todos estes locais visitei mercados e supermercados e pude observar e sentir que os consumidores estão cada vez mais exigentes e informados. O crescimento mundial dos consumidores (já ultrapassam os 8,2 mil milhões, serão 8,5 mil milhões em 2027 e, em 2037, atingirão os 9 mil milhões), regista-se em blocos geográficos fora da Europa, principalmente, na Ásia e em África.
Temos um setor que cria emprego, promove a biodiversidade, protege o interior, contribui para a balança comercial e tem margem para crescer muito mais. Mas é preciso visão estratégica. Apostar na água. Aumentar a escala através da organização da produção. Abrir novos mercados com uma diplomacia económica eficaz. Acima de tudo, agir. Porque Portugal pode ser uma potência agroalimentar na União Europeia.

Gonçalo Santos Andrade Diretor do GAIN - Direção de Empresas da Cadeia Agroalimentar na AESE Business School Vice-Presidente da CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal Presidente da Portugal Fresh - Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal Administrador Executivo da Lusomorango, S.A. - Organização de Produtores de Pequenos frutos [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' 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AESE insight #135

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Historicamente, o debate sobre políticas públicas concentrou-se na formulação: legislação, modelos institucionais, enquadramentos regulatórios. Hoje, esse foco é manifestamente insuficiente. A questão central passou a ser a execução. Como alinhar organizações, processos, pessoas e sistemas para que decisões estratégicas se traduzam em mudanças efetivas no terreno? Este é, cada vez mais, o desafio da liderança pública.
As reformas em curso em vários domínios da Administração Pública ilustram bem este desafio. A modernização administrativa, a transição digital e os compromissos de sustentabilidade exigem transformações que atravessam os tradicionais silos organizacionais e implicam novos perfis de competências. Não se trata apenas de adotar tecnologia ou cumprir metas, mas de redesenhar processos, modelos de governação e formas de colaboração entre diferentes entidades.
Neste contexto, a liderança assume um papel determinante. Não apenas como autoridade hierárquica, mas como capacidade de mobilizar, alinhar e sustentar a mudança ao longo do tempo. Dirigir organizações públicas hoje exige uma combinação de visão estratégica, competência técnica, sensibilidade institucional e capacidade de gestão de pessoas em ambientes de elevada incerteza.
Um dos riscos frequentes nos processos de reforma é a fragmentação. Políticas bem-intencionadas podem falhar quando não existe coordenação entre níveis de decisão, quando os incentivos organizacionais permanecem desalinhados ou quando os sistemas de informação não suportam novas formas de atuação. A liderança pública tem, por isso, de assumir também uma função de integração, de criar pontes e promover coerência e continuidade nas políticas públicas.
A transformação digital, por exemplo, é frequentemente encarada como um projeto tecnológico. Na prática, trata-se sobretudo de uma transformação organizacional e cultural. Envolve novas competências, novos fluxos de decisão, maior utilização de dados para monitorização e avaliação de política e uma maior capacidade de adaptação. Sem uma liderança capaz de gerir esta transição, o risco é investir em soluções que não alteram substancialmente a forma como o Estado serve os cidadãos.
O mesmo se aplica às políticas de sustentabilidade. As metas ambientais implicam mudanças estruturais em setores estratégicos, com impactos económicos e sociais relevantes. A regulação, neste contexto, deixa de ser apenas um mecanismo de controlo e passa a ser também um instrumento de orientação estratégica, de atração de investimento e inovação.
Uma regulação eficaz é aquela que protege o interesse público ao mesmo tempo que viabiliza modelos económicos sustentáveis.
Outro fator determinante é a crescente interdependência entre políticas públicas. Transformação digital, sustentabilidade, competitividade e coesão territorial estão profundamente interligadas. Decisões num domínio produzem efeitos noutros. Isto exige dirigentes capazes de pensar de forma estratégica e sistémica, com visão transversal, e não apenas a partir da lógica do seu organismo ou setor.
Neste cenário, a noção de “capacidade do Estado” ganha particular relevância. Não apenas em termos de recursos, mas sobretudo em competências de gestão, liderança e coordenação. Investir na qualificação dos dirigentes públicos não é um custo, mas um fator crítico de sucesso das políticas públicas. Organizações mais capazes executam melhor, adaptam-se mais rapidamente e geram maior valor público.
Importa também reconhecer que a legitimidade das reformas depende cada vez mais da percepção de resultados. Cidadãos e empresas avaliam o Estado pela qualidade do serviço, pela simplicidade dos processos, pela previsibilidade das decisões e pela capacidade de resposta. A liderança pública tem, por isso, uma responsabilidade acrescida na transformação de organizações mais orientadas para resultados e para o impacto social das políticas públicas.
Em síntese, os grandes desafios da Administração Pública não se resolvem apenas com novas leis, reformas ou planos estratégicos. Exigem liderança capaz de articular visão e execução, estratégia e operação, políticas e resultados concretos. Num contexto de transições aceleradas e elevada incerteza, esta capacidade constitui um dos principais ativos estratégicos do setor público e uma condição determinante para que o Estado continue a cumprir, com eficácia e legitimidade, a sua missão.

Nota biográfica Miguel Silva Sanches é economista e exerce actualmente funções dirigentes na Autoridade Nacional da Aviação Civil. Colabora com a AESE Business School em programas de formação executiva nas áreas da mobilidade sustentável e políticas públicas. 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Lições de 250 Anos de História dos EUA' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Maria de Fátima Carioca Dean da AESE Business School e Professora de Fator Humano na Organização, [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-copy.png' attachment='8233183' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-135-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Água, Mercosul e mais ambição: o futuro do agroalimentar português decide- se agora' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Gonçalo Santos Andrade Diretor do Programa GAIN | Direção de Empresas da Cadeia Agroalimentar [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/AESE-insight-site-45.png' attachment='8233186' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-135-4/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Quando a paixão já não governa: notas sobre a gestão do desporto contemporâneo' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Ramiro Martins Professor e Responsável Académico da Área de Política Comercial e Marketing e Diretor do Programa SLAM | Sport Leadership Management [/av_heading] [/av_one_third] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #135

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Esse tempo acabou. O problema é que nem todos deram por isso.
O desporto contemporâneo já não vive num ecossistema de boa vontade, tradição e voluntarismo. Vive num sistema de elevada complexidade, exposição mediática permanente e competição global por atenção, talento e capital. Continuar a geri-lo como se fosse apenas um prolongamento da comunidade local não é virtude moral. É risco estrutural.
A ilusão da continuidade
Grande parte das organizações desportivas opera com uma narrativa implícita de continuidade: “sempre fizemos assim”, “o desporto é diferente”, “a nossa realidade não é comparável”. Esta narrativa funciona como anestésico intelectual. Evita perguntas incómodas e posterga decisões difíceis.
A literatura em gestão do desporto tem sido clara neste ponto: quando o contexto muda, a tradição deixa de ser âncora e passa a ser peso. A profissionalização do setor — visível de forma paradigmática em ligas como a Premier League — não resultou de um capricho corporativo, mas de uma necessidade de sobrevivência num ambiente competitivo onde os erros se pagam caro e em público.
Governar sob escrutínio emocional
Gerir uma organização desportiva não é o mesmo que gerir uma empresa convencional. Aqui, cada decisão é avaliada duas vezes: uma em termos racionais, outra em termos emocionais. O problema surge quando se confunde emoção com critério.
O dirigente moderno é pressionado por investidores que exigem retorno, por reguladores que exigem conformidade, por patrocinadores que exigem reputação e por adeptos que exigem vitórias — tudo ao mesmo tempo. Não há manual empírico que prepare alguém para este equilíbrio instável. Há, sim, enquadramento conceptual, capacidade analítica e formação.
Ignorar isto é perpetuar a ideia perigosa de que liderança no desporto é uma questão de instinto. Instinto pode ganhar jogos. Não governa sistemas.
O adepto deixou de ser fiel por defeito
Outro mito persistente é o da lealdade automática do adepto. A investigação mostra exatamente o contrário: a relação com o desporto tornou-se contingente, mediada por experiência, narrativa e relevância cultural. O adepto contemporâneo é volátil, informado e pouco paciente.
O crescimento de formatos documentais, plataformas digitais e consumo fragmentado expôs uma realidade desconfortável: o desporto não compete apenas com outros desportos. Compete com tudo. Séries, videojogos, redes sociais, creators. A atenção tornou-se o recurso escasso — e muitos gestores continuam a agir como se a tivessem garantida.
Tecnologia sem pensamento é ruído caro
Dados, inteligência artificial, analytics, wearables, streaming. O vocabulário tecnológico entrou no desporto com força. O pensamento estratégico, nem sempre.
A tecnologia amplifica diferenças: entre quem sabe o que quer medir e quem apenas acumula informação; entre quem integra ferramentas numa visão de longo prazo e quem reage a modas. Sem formação sólida, a tecnologia torna-se um substituto ilusório da decisão — uma forma elegante de adiar responsabilidade.
A questão central não é “que tecnologia usar”, mas “para decidir o quê, e com que impacto”.
Legitimidade: o jogo que se perde fora do campo
Sustentabilidade financeira, integridade competitiva, impacto social, diversidade, governação. Estes temas são frequentemente tratados como acessórios reputacionais. Na realidade, são hoje condições de legitimidade.
Organizações desportivas que falham nestes domínios não entram apenas em crise de imagem; entram em crise de confiança — e confiança, uma vez perdida, é difícil de recuperar. O desporto já não pode permitir-se gerir o futuro com base em respostas curtas a problemas longos.
O verdadeiro défice não é financeiro. É cognitivo.
O desporto não sofre apenas de falta de recursos. Sofre de falta de enquadramento conceptual para compreender o mundo em que opera. A maioria das crises no setor não resulta de má-fé, mas de decisões tomadas com mapas antigos para territórios novos. Formação, aqui, não é cosmética nem credencial. É infraestrutura crítica. É o que permite aos decisores sair da reação permanente e entrar na construção deliberada do futuro.
Conclusão: formar para pensar antes de decidir
É precisamente neste ponto — entre a complexidade crescente do setor e a persistência de modelos mentais desajustados — que se torna evidente a necessidade de espaços de formação que não se limitem a transmitir ferramentas, mas que ajudem a estruturar pensamento. Não para ensinar “como ganhar”, mas para compreender o que está realmente em jogo quando se gere desporto num contexto global, mediático e tecnologicamente acelerado.
Foi desta constatação que nasceu o SLAM – Sport Leadership and Management, lançado pela AESE. Não como resposta tática a uma moda, mas como proposta académica ancorada na evidência de que o desporto exige hoje líderes capazes de ler sistemas complexos, integrar múltiplas lógicas — económica, social, cultural e tecnológica — e decidir com responsabilidade num ambiente de elevada incerteza.
O facto de o autor deste artigo assumir a Direção do programa não é um detalhe circunstancial. É a consequência natural de um percurso académico e de investigação centrado precisamente nestas tensões: entre paixão e racionalidade, entre identidade e estratégia, entre tradição e futuro. Porque, no desporto como na gestão, o verdadeiro risco já não está em errar. Está em continuar a decidir sem compreender plenamente o contexto em que se decide.
A paixão continuará a mover o desporto. Mas o futuro pertence a quem souber pensá-lo. 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Lições de 250 Anos de História dos EUA' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Maria de Fátima Carioca Dean da AESE Business School e Professora de Fator Humano na Organização, [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2-copy.png' attachment='8233183' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-135-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Água, Mercosul e mais ambição: o futuro do agroalimentar português decide- se agora' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Gonçalo Santos Andrade Diretor do Programa GAIN | Direção de Empresas da Cadeia Agroalimentar [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/3-copy.png' attachment='8233184' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-135-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Liderar a Transformação na Administração Pública' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Miguel Silva Sanches Diretor do PADIP | Programa de Alta Direção de Instituições Públicas [/av_heading] [/av_one_third][/av_section][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']

AESE insight #134

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Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Tendencias clave para 2026: la nueva agenda de la dirección general. ' color='' style='' custom_font='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] El entorno empresarial que se consolida de cara a 2026 estará marcado por una combinación inédita de tensiones geopolíticas, transformaciones demográficas, disrupción tecnológica acelerada y una redefinición profunda del papel de la empresa en la sociedad. Estas fuerzas no actúan de forma aislada: interactúan, se refuerzan mutuamente y obligan a replantear los fundamentos de la estrategia, la organización y el gobierno corporativo. Para los directivos formados en escuelas de negocios, el reto ya no consiste solo en “planificar mejor”, sino en pensar y liderar de forma diferente.
>1. Del orden unipolar a un mundo fragmentado
La primera gran tendencia es el cambio estructural del orden global. Tras décadas de globalización creciente, el mundo avanza hacia una configuración multipolar caracterizada por rivalidades geopolíticas, bloques económicos y una fragmentación progresiva de mercados, tecnologías y estándares. La competencia entre Estados Unidos y China actúa como eje central de esta dinámica, redefiniendo cadenas de suministro, ecosistemas tecnológicos y flujos de inversión.
Para las empresas, esto implica el fin de la eficiencia basada exclusivamente en la optimización global. La localización y regionalización de operaciones, la diversificación estratégica de proveedores y la construcción de resiliencia se convierten en capacidades críticas. Además, la incertidumbre geopolítica obliga a integrar el análisis de escenarios como herramienta central de gestión del riesgo. En este contexto, emerge una nueva competencia directiva: la diplomacia corporativa. Entender la lógica política, regulatoria y geoestratégica deja de ser opcional para los equipos de alta dirección y los consejos de administración.
2. Transformaciones demográficas y nuevas expectativas sociales
La segunda gran fuerza de cambio proviene de las transformaciones demográficas y sociales. Mientras Europa, Japón y China entran en una fase de envejecimiento y declive poblacional, regiones como África subsahariana, India y partes de América Latina concentrarán el crecimiento de la fuerza laboral global. Esta asimetría intensificará la competencia por el talento, elevará los costes laborales en los mercados desarrollados y aumentará las presiones migratorias, con implicaciones económicas y políticas significativas.
Al mismo tiempo, cambian las expectativas sociales. Los empleados demandan propósito, flexibilidad e inclusión; los consumidores premian marcas alineadas con valores éticos y ambientales; y las redes sociales amplifican de forma constante los riesgos reputacionales. En este entorno, competir por el talento se vuelve tan importante como competir por clientes. La cultura, los valores y la coherencia global dejan de ser “soft issues” y pasan a formar parte del núcleo estratégico de la empresa.
3. Disrupción tecnológica y la economía de la inteligencia artificial
La tercera tendencia decisiva es la disrupción tecnológica impulsada por la inteligencia artificial (IA). La IA generativa y la automatización avanzada están ampliando su impacto más allá de las tareas rutinarias, alcanzando funciones creativas, analíticas y de toma de decisiones. Aunque promete importantes ganancias de productividad, estas no se distribuirán de manera homogénea: las organizaciones que adopten antes y mejor estas tecnologías capturarán u
na parte desproporcionada del valor.
Al mismo tiempo, la economía digital tiende a la concentración en grandes plataformas, principalmente estadounidenses y chinas, lo que condiciona el acceso a mercados, talento e innovación. A ello se suman crecientes fricciones regulatorias, como las derivadas del AI Act europeo, y un aumento del riesgo cibernético. En este contexto, la confianza en el uso de los datos se convierte en un activo estratégico, y la ciberseguridad pasa a ser una responsabilidad directa del consejo.
Desde el punto de vista estratégico, las empresas necesitan una hoja de ruta clara de adopción de IA, vinculada explícitamente a la creación de valor. Esto exige invertir en gobernanza de datos, integrar consideraciones éticas y desarrollar alianzas dentro de ecosistemas digitales, combinando competencia y colaboración.
4. El impacto de la IA en estrategia, organización y gobierno
Más allá de la tecnología, la IA está transformando la forma en que se dirige la empresa. En el ámbito de la estrategia, permite una toma de decisiones más rápida y basada en datos, facilita el análisis en tiempo real y refuerza la agilidad estratégica mediante simulaciones y escenarios predictivos. Sin embargo, también exige que los directivos desarrollen alfabetización digital y lideren el cambio cultural hacia organizaciones data-driven.
En términos organizativos, la IA favorece estructuras más planas y ágiles, optimiza la asignación dinámica de recursos y da lugar a nuevos roles —desde científicos de datos hasta auditores algorítmicos—. El trabajo se redefine como una colaboración entre humanos y máquinas, lo que plantea desafíos culturales y de gestión del cambio.
En el ámbito del gobierno corporativo, la IA mejora la supervisión, el control de riesgos y el cumplimiento normativo, pero abre nuevos dilemas éticos relacionados con la responsabilidad de las decisiones algorítmicas, la privacidad de los datos y los sesgos. Todo ello obliga a replantear la composición y las competencias de los consejos de administración.
5. Sostenibilidad y transición energética: de la obligación a la ventaja competitiva
La sostenibilidad constituye la cuarta gran tendencia. Ha dejado de ser un asunto reputacional para convertirse en un factor estratégico y financiero, impulsado por la regulación, los inversores y los clientes. La transición hacia una economía baja en carbono está reconfigurando industrias enteras, flujos de capital y modelos de negocio. Cada vez más, el coste de no actuar supera al de la transición.
La sostenibilidad social —desigualdad, condiciones laborales, impacto en comunidades— influye directamente en la “licencia para operar”. El llamado capitalismo de stakeholders ya no es un discurso voluntarista, sino una realidad impuesta por mercados y reguladores. Para las empresas, el reto consiste en integrar la sostenibilidad en el modelo de negocio, competir mediante innovación verde y prepararse para un mayor escrutinio de inversores y otros grupos de interés.
Conclusión. Liderar estratégicamente en un mundo turbulento
Todas estas tendencias confluyen en una exigencia común: repensar el liderazgo estratégico. Los planes a largo plazo rígidos pierden relevancia frente a estrategias adaptativas basadas en sistemas de “sentir y responder”. La resiliencia —financiera, operativa y reputacional— se convierte en una fuente de ventaja competitiva. Y el papel de los consejos y de la alta dirección se amplía: ya no basta con buscar eficiencia; se requiere pensamiento sistémico, juicio ético y coraje moral.
De cara a 2026, la pregunta clave para los directivos no es qué tendencia es más importante, sino cuál representa el mayor punto ciego estratégico para su organización. Identificarlo y actuar a tiempo marcará la diferencia entre adaptarse al nuevo entorno o quedar rezagado en él. 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[av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2.png' attachment='8232587' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-134-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Hiperconectados: Como 2026 vai Reescrever as Regras do Jogo' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Jorge Ribeirinho Machado Professor e Responsável Académico de Operações, Tecnologia e Inovação [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/3.png' attachment='8232588' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-134-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' 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Ramalho Fontes Presidente Emérito da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' 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Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' 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AESE insight #134

[av_section min_height='' min_height_px='95px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' scroll_down='aviaTBscroll_down' custom_arrow_bg='#f37421' id='' color='main_color' custom_bg='#ffffff' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Artigos' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] AESE insight #134 > Thinking ahead [/av_heading] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2.png' attachment='8232587' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='post,11552' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Jorge Ribeirinho Machado' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Professor e Responsável Académico de Operações, Tecnologia e Inovação [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Hiperconectados: Como 2026 vai Reescrever as Regras do Jogo ' tag='h3' style='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Tendências para 2026: Operações, Tecnologia e Inovação
À medida que nos aproximamos de 2026, o mundo empresarial enfrenta um cenário onde a disrupção tecnológica, a volatilidade global e a pressão por resultados concretos se entrelaçam numa dinâmica implacável. A velocidade da mudança já não permite hesitações: é preciso decidir, executar e aprender quase em simultâneo. Neste contexto, quatro tendências emergem como forças determinantes para quem lidera Operações, Tecnologia e Inovação.
1. Inteligência Artificial como colega de trabalho
A Inteligência Artificial deixou de ser um simples instrumento para assumir o papel de agente autónomo. Esta mudança é mais profunda do que parece: não estamos apenas a falar de algoritmos que respondem a perguntas, mas de sistemas capazes de executar fluxos de trabalho completos, tomar decisões com base em dados e interagir com humanos de forma proativa. Isto significa que, em vez de delegarmos tarefas, passamos a colaborar com entidades digitais que têm iniciativa própria.
O impacto organizacional é enorme. Estruturas hierárquicas tradicionais começam a dar lugar a modelos mais fluidos, onde agentes inteligentes coordenam equipas humanas e outros agentes especializados. Esta lógica, conhecida como organizações agentic, está a ser explorada por empresas como a Salesforce, que desenha ecossistemas onde um agente principal atua como maestro, garantindo que cada peça da engrenagem contribui para um resultado integrado. Os ganhos são impressionantes: aumentos de produtividade superiores a 100% e retorno imediato sobre o investimento. Mas há também desafios: como redefinir responsabilidades? Como medir desempenho quando parte das decisões é tomada por sistemas autónomos? Estas questões vão dominar a agenda dos líderes nos próximos anos.
2. Cadeias de valor resilientes e sustentáveis
Se há algo que os últimos anos ensinaram às empresas é que a fragilidade das cadeias de fornecimento pode comprometer todo um negócio. Pandemias, conflitos geopolíticos e crises logísticas tornaram evidente que resiliência não é opcional. Em 2026, as cadeias mais avançadas serão aquelas que combinam tecnologia e sustentabilidade para garantir continuidade e confiança.
A aposta passa por gémeos digitais, que permitem simular cenários e testar respostas antes que os problemas ocorram; por blockchain, que assegura rastreabilidade e transparência; e por analytics em tempo real, que antecipa falhas e ajusta operações de forma dinâmica. Esta tríade tecnológica transforma a gestão da cadeia de valor numa disciplina preditiva, onde a capacidade de antecipar é tão importante quanto a de reagir.
Estudos recentes mostram que empresas industriais que adotaram gémeos digitais reduziram atrasos entre 50% e 80% e melhoraram a previsibilidade em cerca de 30%. Mas a resiliência não é apenas tecnológica: implica também diversificação de fornecedores, integração de critérios ESG e uma cultura organizacional preparada para lidar com incerteza.
3. Hiperautomação e integração total
Automatizar processos isolados já não basta. A verdadeira revolução é a hiperautomação, que liga sistemas, pessoas e dados numa arquitetura contínua, capaz de suportar decisões rápidas e seguras. Este conceito vai muito além da robotização: trata-se de criar um ecossistema integrado onde tudo comunica — desde aplicações internas até plataformas externas — garantindo que a informação flui sem barreiras.
As ferramentas que viabilizam esta transformação incluem plataformas low-code, que democratizam o desenvolvimento de soluções; cloud híbrida, que assegura flexibilidade e escalabilidade; e modelos de segurança zero-trust, que protegem um ambiente cada vez mais distribuído. Os benefícios são claros: redução de custos, aceleração de processos e maior capacidade de resposta num contexto onde a volatilidade é regra. Empresas como a Baloise já demonstraram o impacto desta abordagem, reduzindo tempos de processamento de sinistros de vários dias para apenas algumas horas. Mas a hiperautomação levanta também questões sobre governança, interoperabilidade e gestão de risco, que exigem atenção redobrada.
4. Inovação orientada para impacto
Durante anos, a inovação foi sinónimo de experimentação, muitas vezes sem métricas claras ou retorno imediato. Esse tempo acabou. Em 2026, a inovação será avaliada pelo impacto real que gera: redução de custos, ganhos de eficiência ou criação de novas receitas. A pressão por resultados tangíveis obriga as organizações a abandonar provas de conceito intermináveis e a adotar modelos de governação tecnológica rigorosos, com indicadores que ligam diretamente investimento e valor criado.
Metodologias como Design Thinking e abordagens ágeis continuam relevantes, mas agora inseridas num quadro estratégico que exige alinhamento com objetivos de negócio. Empresas que já aplicam esta lógica reportam resultados impressionantes: a IBM, por exemplo, conseguiu um ROI de 301% ao otimizar serviços internos, com impacto financeiro superior a 36 milhões de dólares. Esta tendência reforça uma ideia central: inovação sem impacto é apenas experiência. E num mundo onde os recursos são finitos, só sobrevive quem transforma criatividade em valor mensurável.
Estas quatro tendências não são apenas tecnológicas; são estratégicas. Inteligência Artificial como agente, cadeias resilientes, hiperautomação e inovação orientada para impacto vão redefinir a forma como as organizações competem e criam valor. Para os Alumni AESE, compreender e aplicar estas ideias será essencial para liderar com eficácia num mundo cada vez mais automatizado, inteligente e exigente. 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' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Adrián Caldart Professor de Política de Empresa AESE Business School. Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/3.png' attachment='8232588' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-134-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='A guerra pela atenção em 2026: vence quem souber usar IA — e ética' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Ramiro Martins Professor e Responsável Académico da Área de Política Comercial e Marketing e Diretor do Programa SLAM [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/4-1.png' attachment='8232783' attachment_size='full' align='center' styling='' 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AESE insight #134

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O foco estará na aprendizagem e implementação de soluções e sistemas que aprendem continuamente com cada relação com o cliente, que respeitam a sua autonomia e que constroem relações duradouras. É no equilíbrio entre automação inteligente e autenticidade que se jogará a vantagem competitiva das marcas nos próximos anos.
O marketing continuará a sua ascensão na importância das organizações ao ser visto cada vez menos como um “departamento de campanhas” para se tornar no motor contínuo de decisão, alimentado por modelos de IA cada vez mais completos e poderosos, por dados obtidos com consentimento dos clientes e por uma preocupação crescente com a ética e com a verosimilhança.
Vejamos detalhadamente algumas das tendências:
1.- Integração de IA
Até 2026, a IA generativa e preditiva passa a infraestrutural: entra no CRM, na automação de marketing, na análise de dados, na criação de conteúdos e mesmo na orquestração de campanhas em tempo real. Um numero crescente de organizações já utiliza IA generativa regularmente em marketing, com particular foco em analytics, segmentação dinâmica e otimização de investimento em media.2026 só ampliará essa tendência.
Para a gestão, isto significa operar com “motores de crescimento” cada vez mais autónomos: plataformas que recolhem dados, ajustam segmentações, testam criatividade e redistribuem budget sem intervenção manual diária. O papel do gestor desloca-se de configurar campanhas para desenhar princípios e objetivos de negócio que guiam estes sistemas.
2.- Hiperpersonalização
A personalização de 2026 é essencialmente preditiva: modelos que antecipam intenção, contexto e propensão antes do cliente o expressar explicitamente. Em vez de simples segmentos “high/low value”, surgem scores comportamentais que ajustam, em milissegundos, mensagens, ofertas, momentos de contacto e até o tom da comunicação em cada canal.
Na prática, gestores passam a gerir “portfólios de jornadas”: o mesmo cliente recebe experiências diferentes no site, app, email e ponto de venda físico, em função de sinais contextuais (localização, dispositivo, hora, histórico) e de objetivos de negócio (retomar carrinho, aumentar cross-sell, reduzir churn). Isto exige métricas novas, como “valor de jornada” ou “margem incremental por segmento-alvo”, e obriga a alinhar marketing com operações, pricing e tecnologia para garantir consistência e viabilidade operacional.
3.-Zero party data como ativo estratégico
Com o fim progressivo dos third party cookies e o reforço regulatório em privacidade, o centro de gravidade dos dados desloca-se para o chamado zero party data: informação que o cliente partilha voluntariamente em troca de valor claro facultado pelas marcas. Exemplos incluem preferências declaradas, intenções de compra, respostas a quizzes, configurações de notificações e escolhas de frequência de contacto – tudo recolhido com transparência e consentimento explícito.
Para a gestão, isto implica desenhar “mecanismos de entrega de valor” que tornem natural o ato de o cliente se expor: simuladores, diagnósticos, rotinas personalizadas, conteúdos exclusivos, programas de fidelização com benefícios tangíveis. Em vez de depender de tracking invisível, as equipas constroem bases de dados próprias, ligadas a um CDP (Customer Data Platform), que alimentam modelos de hiperpersonalização de forma sustentável e alinhada com as expectativas de privacidade.
4.- Ética, autenticidade e verosimilhança
À medida que a IA ganha protagonismo, cresce também o escrutínio sobre vieses algorítmicos, opacidade dos modelos e proliferação de conteúdos artificiais (testemunhos, imagens, influenciadores virtuais). Pesquisas recentes mostram que a maioria dos consumidores declara confiar mais em empresas que são transparentes sobre uso de dados e IA, e que rejeitam práticas percecionadas como manipuladoras ou enganosas.
Do ponto de vista de gestão, a resposta passa por três frentes: • Políticas claras de IA e dados, que incluam princípios de transparência, minimização de dados, controlo pelo utilizador, justiça e accountability. • Processos de revisão humana em conteúdos críticos (testemunhos, claims de sustentabilidade, pricing dinâmico), garantindo que a IA é usada para informar, não substituir, o juízo humano. • Salvaguardas técnicas contra práticas de “dark marketing” e deepfakes, bem como auditorias regulares aos modelos para detetar vieses e impactos desproporcionais em segmentos específicos.
Em conclusão : num quadro em que a IA é omnipresente, a personalização extrema-se e a obtenção de dados tenderá cada vez mais a ser consentida. O gestor de 2026 precisará de combinar literacia tecnológica com visão estratégica e sensibilidade ética. 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Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2.png' attachment='8232587' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-134-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Hiperconectados: Como 2026 vai Reescrever as Regras do Jogo' color='' style='blockquote modern-quote' 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AESE insight #134

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Vivemos num tempo de revolução demográfica silenciosa: a longevidade aumentou significativamente e caiu a natalidade, pelo que entrou em crise o equilíbrio social que sustentou o modelo de pensões do século XX. Para muitos, a resposta automática tem sido reajustar a idade legal da reforma por despacho, um procedimento superficial. É uma solução técnica para um problema estrutural: a longevidade transformou-se, mas a regulamentação quase não mudou.
Demografia: o novo paradigma exige respostas diferentes
É uma realidade evidente que, graças à evolução da medicina e das condições de vida das populações, se mantêm em ascensão a esperança de vida, a saúde e a capacidade funcional das pessoas, como também referido no relatório da Goldman Sachs “The Path to 2075”*; num estudo de 2022, nele citado, constatou-se que, pessoas com 70 anos vivem atualmente com a saúde, a lucidez e a energia equivalentes aos 53 anos no ano 2000. (/www.goldmansachs.com/insights )
Paralelamente, a proporção de população ativa diminui de forma significativa: menor natalidade, menor renovação e mais reformas antecipadas, ou seja, mais pensionistas e menos ativos que contribuem para o sistema. O modelo contributivo clássico, baseado em muitas pessoas jovens sustentando poucos idosos, deixou de existir. Nos anos 90, em Portugal eram 4 ativos para 1, agora são 2,1 para cada pensionista e vão chegar a 1,7, na próxima década.

Nesse contexto, manter uma idade fixada por despacho para a reforma revela-se cada vez mais arbitrário — trata de forma igual o que é hoje profundamente desigual.
Deve haver reforma? Certamente, mas com critérios flexíveis, individualizados e dignos
A idade da reforma como decreto universal serve a um modelo social e demográfico que está a esgotar-se. O que precisamos é de uma nova estrutura — baseada em flexibilidade, escolhas e adaptabilidade.
Alguns princípios para esse novo contrato social da longevidade: • Permitir que quem deseja e pode continue a trabalhar sem penalizações; • Favorecer modelos de transição gradual — meio-tempo, consultoria, mentoring, empreendedorismo sénior; • Criar incentivos reais para ocupação de talento maduro em sectores com carência de experiência, interim management; • Garantir que quem, por razões de saúde ou circunstâncias pessoais, queira sair mais cedo, o possa fazer com dignidade, sem estigmas ou perdas injustas.
Este modelo não é utópico — já há sinais, em vários países, de adaptação espontânea às novas dinâmicas demográficas. (Edward Conard)
Os yolds —uma nova categoria social com elevado potencial de criação de valor
Perdeu sentido a ideia de que "reformar = descansar". Quando alguém chega aos 66, 68 ou 70 ou 75 anos com saúde, experiência e vontade e não tem oportunidade de contribuir constitui um recurso público subaproveitado. Profissionais com carreiras longas e consolidadas podem continuar a gerar valor económico, social e institucional.
Além disso, prolongar a vida ativa pode não ser apenas uma questão de eficiência económica, mas de dignidade e sentido. Permitir que as pessoas escolham continuar a exercer, reinventar-se ou reorientar a vida profissional — em vez de abandonar de forma abrupta o contributo — pode ser um passo civilizacional: numa sociedade longeva, todos ganham com a circulação de experiência, com o know-how e com a longevidade ativa.
Em muitas áreas, há déficit de experiência, de liderança sénior, de visão estratégica — precisamente aquilo que muitos "idosos modernos", os já chamados yolds, youngolds, ainda têm de sobra, um recurso social que não pode desperdiçar-se.
A sua transição não deve ser automática, mas programada, enquanto ainda ativos com uma antecedência oportuna ou minimamente possível.
E podem continuar a trabalhar?
É preciso colocar a saúde — física, mental e relacional — no centro da decisão, o que sugere a necessidade de um check-up integral, incluindo riscos neurológicos, na perspetiva da ocorrência das doenças mentais que se têm multiplicado, por vezes associadas a stress profissional.
Mas há uma nova doença, já classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma prioridade de saúde global em 2023, a solidão: é silenciosa, mas evitável mediante rotinas sociais intencionais e participação comunitária. Na forma pragmática dos EUA, também em 2023, Vivek Murthy, U. S. Surgeon General, declarou a solidão como um problema de saúde pública e explicitou que a falta de conexões ou relações sociais gera um risco de mortalidade equivalente a fumar 15 cigarros / dia.
Sendo a reforma automática, para muitos, uma prescrição involuntária de solidão, os vários sinais precursores devem conduzir a mudanças efetivas de hábitos alimentares, de exercício físico e de renovados hábitos sociais com a mesma dinâmica do tratamento das doenças crónicas.
Sugestões para a transição profissional dos yolds
O período de transição profissional pode incluir um sabático estruturado: decidir fazer um reskilling ou um upskilling? Mas também de uma pausa de reflexão orientada, de retiros ou de viagens exploratórias para procurar conhecer instituições sociais, organizações internacionais ou comunidades inovadoras relevantes que abram novos horizontes, clarifiquem finalidades ou despertem propósitos.
A literacia financeira aplicada à longevidade torna-se crítica e é curiosamente escassa**. Rever património e finanças através de uma nova lente, a da longevidade: os ativos acumulados devem ser avaliados considerando décadas adicionais de vida, necessidades familiares e possíveis fases de maior dependência.
Conclusão: a longevidade é um novo contrato social — e reformar-se não devia ser um ato automático
Chegou a hora de transformar a reforma — de um encerramento automático de ciclo — numa escolha consciente, competente e contributiva. Continua a haver valor social e económico nas pessoas que envelhecem com saúde, experiência e vontade.
Se a sociedade já é longeva, as regras devem acompanhar essa conquista, mas as pessoas não envelhecem da mesma forma, nem querem os mesmos propósitos. Que a lei reconheça isso — e que as políticas sociais abracem essa diversidade.
Manter o regime de reforma marcado exclusivamente por idade é ‘idadismo’, traduzido do ageism***, uma nova forma de assédio nas empresas.

* The Path to 2075 — The Positive Story of Global Aging (Daly/Njie/Allen)
** Apenas 11% dos portugueses têm um nível alto de literacia financeira, sendo a percentagem mais baixa da União Europeia. Eurobarómetro, julho, 2023
*** termo criado em 1969 pelo gerontologista americano Robert Butle [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/1.png' attachment='8232586' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-134/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Tendencias clave para 2026: la nueva agenda de la dirección general' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Adrián Caldart Professor de Política de Empresa AESE Business School. Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2.png' attachment='8232587' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-134-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Hiperconectados: Como 2026 vai Reescrever as Regras do Jogo' color='' style='blockquote modern-quote' 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AESE insight #134

[av_section min_height='' min_height_px='95px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' scroll_down='aviaTBscroll_down' custom_arrow_bg='#f37421' id='' color='main_color' custom_bg='#ffffff' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Artigos' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] AESE insight #134 > Thinking ahead [/av_heading] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/5.png' attachment='8232590' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-134-5/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Paula Guedes ' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Professora de Fator Humano na Organização e Coach Certificada da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_two_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='Porque acredito — profundamente — que o futuro da liderança passa pelo coaching' tag='h3' style='' size='' subheading_active='' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''][/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Ao longo dos últimos anos tenho acompanhado líderes de múltiplas áreas — desde empresas familiares a multinacionais, desde organizações jovens a equipas com décadas de história. Com contextos tão diferentes, era expectável encontrar realidades muito distintas. Mas há um padrão que se repete de forma quase universal: a vontade genuína dos líderes de terem equipas mais autónomas, mais motivadas e mais inovadoras. E, ao mesmo tempo, a consciência de que os modelos tradicionais de liderança já não acompanham as exigências do mundo atual.
O que tenho visto na prática — e que a investigação confirma de forma consistente — é que quando um líder desenvolve competências de coaching, tudo muda. Muda a forma como comunica, como toma decisões, como desenvolve os seus talentos e como gere expectativas. Muda também a forma como a equipa responde: cresce a confiança, aumenta a responsabilidade individual, surgem ideias novas e instala-se uma energia mais criativa e colaborativa.
Este impacto torna-se ainda mais evidente em equipas multigeracionais, hoje tão comuns nas organizações. A convivência entre pessoas dos 20 aos 60 anos traz uma riqueza extraordinária — diferentes formas de ver o trabalho, diferentes ritmos de aprendizagem, diferentes ambições e modos de colaborar. Mas essa diversidade pode também criar fricções, ruído e desalinhamento se não for bem integrada. A postura de coach dá ao líder a capacidade de adaptar a comunicação e a abordagem a cada pessoa, acolhendo a diversidade como fonte de complementaridade e inovação.
Quando cada geração se sente vista, escutada e valorizada, a colaboração torna-se mais fluida e o desempenho dispara. E é isso que uma liderança com competências de coaching promove: um ambiente onde as pessoas se sentem seguras para experimentar, assumir responsabilidade, aprender com erros e contribuir a partir do melhor de si.
Os estudos recentes reforçam isto de forma clara: equipas lideradas por líderes-coach apresentam níveis mais elevados de motivação, retenção, bem-estar e criatividade. E organizações que adotam uma cultura de coaching — com conversas de desenvolvimento, feedback consistente e foco no crescimento — tornam-se mais resilientes e mais competitivas a longo prazo.
É esta convicção, construída entre experiência, estudo e prática, que está na base do short-program Líder Coach que vou facilitar na AESE em janeiro. O programa foi desenhado para líderes que procuram aprimorar a sua capacidade de inspirar, desenvolver e mobilizar pessoas — especialmente em contextos diversos e exigentes. A proposta é clara: ajudar líderes a fazer a transição do controlo para a confiança, da gestão da tarefa para a gestão do talento, da liderança reativa para a liderança intencional. [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/1.png' attachment='8232586' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-134/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading heading='Tendencias clave para 2026: la nueva agenda de la dirección general' tag='h3' style='blockquote modern-quote' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' padding='10' color='' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Adrián Caldart Professor de Política de Empresa AESE Business School. Associate Professor de Strategic Management IESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/2.png' attachment='8232587' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-134-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='Hiperconectados: Como 2026 vai Reescrever as Regras do Jogo' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Jorge Ribeirinho Machado Professor e Responsável Académico de Operações, Tecnologia e Inovação [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2026/01/3.png' attachment='8232588' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,http://www.aese.pt/aese-insight-134-3/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='A guerra pela atenção em 2026: vence quem souber usar IA — e ética' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Ramiro Martins Professor e Responsável Académico da Área de Política Comercial e Marketing e Diretor do Programa SLAM [/av_heading] [/av_one_third] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' 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AESE insight #133

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Transcorridos mais de dois milénios desde o nascimento de Jesus, após tantos Natais já comemorados, que significado tem ainda para as nossas vidas? Revivemos uma riqueza de tradições nascidas nos mais diversos contextos, ligadas a histórias, gerações, sensibilidades diferentes. Cada uma delas, à sua maneira, convida-nos a revisitar o mais íntimo de nós mesmos e deixarmo-nos transformar. Impulsiona-nos a um caminho que nos leva à própria alma: um lugar onde o coração se expressa, onde tocamos o transcendente e respiramos a nossa humanidade. Neste regresso anual ao mistério do Natal, aprendemos que nenhum tempo, também o nosso, se faz verdadeiramente novo sem uma luz que o ilumina e o aquece, que lhe dê sentido e o renove. Arriscar-se a percorrer este caminho é um bom exercício que recomendo fazer nesta quadra natalícia.
Este tempo de Natal marca também o final de mais um ano civil e, por isso, é também propício a colocarmos em perspetiva o ano que, em breve, se iniciará. Assim, olhar 2026 é o exercício que agora vos proponho.
Ao observar os desenvolvimentos mais recentes na economia global e no mundo em geral, começam a tornar-se visíveis alguns movimentos estruturais a nível global que, embora ainda em evolução, merecem particular atenção e exigem clara orientação. Destaco três.
  1. Um enquadramento internacional em transição, com maior pluralidade de atores A arquitetura económica internacional vive hoje um processo de reequilíbrio. Os Estados Unidos, que durante décadas assumiram um papel fortemente estabilizador nas regras e instituições globais, têm vindo a adotar uma postura mais seletiva na forma como exercem essa influência. Este reposicionamento, associado ao crescimento de outras potências económicas, resulta num contexto internacional mais plural, onde as dinâmicas de cooperação e competição coexistem com maior intensidade. Para a atividade económica, isto traduz-se num ambiente mais complexo e menos linear, exigindo maior capacidade de adaptação, diversificação geográfica e leitura fina dos diferentes centros de interesse.
  2. A Inteligência Artificial como força transformadora com impactos económicos e sociais transversais A Inteligência Artificial está a afirmar-se como um dos motores centrais de transformação económica. Para além do entusiasmo tecnológico, a IA tem impulsionado o investimento, novos modelos de negócio e expetativas renovadas de produtividade, em particular, nas economias avançadas. Mas trata-se de uma inovação que evolui a um ritmo frenético, claramente superior à capacidade de enquadramento regulatório e institucional. Os seus efeitos são, por isso, ambivalentes: abre oportunidades significativas, mas também pode gerar pressões sobre mercados de trabalho, competitividade e assimetrias tecnológicas entre países. Estamos perante uma força estruturante, que exigirá reflexão estratégica e responsabilidade na sua integração económica e social.
  3. A crescente pressão sobre as contas públicas e os sistemas sociais Uma terceira tendência prende-se com a sustentabilidade dos sistemas sociais. Muitos países enfrentam défices persistentes e níveis elevados de dívida, num momento em que as exigências sociais, tecnológicas e geopolíticas também se intensificam. Por seu turno, a maioria dos sistemas sociais com que contamos atualmente estão sob grande pressão e são motivo de preocupação a médio prazo, quando combinamos as previsões demográficas com o desempenho das contas públicas. É um alerta de que a estabilidade económica global é profundamente interdependente e de que é fundamental um diálogo abrangente sobre medidas solidárias que sejam politicamente viáveis e socialmente adequadas.

Estas são, essencialmente, três linhas de força que ajudam a interpretar o contexto em que empresas, governos e instituições operam. Representam desafios que quotidianamente enfrentam e que devem gerar escolhas responsáveis, sustentáveis, inclusivas, justas. E o Natal, tempo de simplicidade e profundidade, é um bom tempo para considerar as escolhas que fazemos, os valores que nos alicerçam e recriar a esperança.
Não é por acaso que todos os anos terminam e começam em torno deste acontecimento que atravessa os séculos e nos devolve ao essencial. O Natal irrompe nos últimos dias do ano como um sinal silencioso de que o transcendente habita o quotidiano e de que a esperança mais do que um conceito é uma presença. Uma esperança que não é uma espera, não é passiva. Mas uma esperança que é dinâmica e participativa. É correr riscos, abandonar a segurança e enfrentar o desconhecido a partir da fragilidade humana. É procurar novas soluções com inteligência e coração. É arregaçar as mangas e colaborar. É tornar o futuro mais nosso e sorrir porque gostamos do que estamos, em conjunto, a construir!
Que este seja um bom Natal!

Artigo publicado no Deans' Corner do Jornal de Negócios >> [/av_textblock] [/av_two_third][av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/12/AESE-insight-133_02.png' attachment='8232104' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' link='manually,https://www.aese.pt/aese-insight-133-2/' target='' caption='' font_size='' appearance='' overlay_opacity='0.4' overlay_color='#000000' overlay_text_color='#ffffff' animation='no-animation' admin_preview_bg=''][/av_image] [av_heading tag='h3' padding='10' heading='5 medidas eficazes para melhorar a saúde mental no trabalho' color='' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='' subheading_active='subheading_below' subheading_size='15' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Pedro Afonso Professor de Fator Humano na Organização da AESE Business School e Médico Psiquiatra [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_image src='https://www.aese.pt/wp-content/uploads/2025/12/AESE-insight-133_04-1.png' attachment='8232139' attachment_size='full' align='center' styling='' hover='' 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av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Rafael de Lecea Professor da Área de Política de Empresa da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][/av_section][av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_third first min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' 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av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] Paulo Miguel Martins Professor Humano na Organização da AESE Business School [/av_heading] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][av_one_third min_height='' vertical_alignment='av-align-top' space='' margin='0px' margin_sync='true' padding='0px' padding_sync='true' border='5' border_color='' radius='0px' radius_sync='true' background_color='' src='' attachment='' attachment_size='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [/av_one_third][/av_section][av_hr 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av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] 6 business trends for 2026
Global Talent Mobility Is Slowing and Shifting
De minimis disrupted: Managing shifts in duty exemptions [/av_textblock] [/av_one_full] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_heading tag='h1' padding='15' heading='Tip of the week' color='custom-color-heading' style='blockquote modern-quote' custom_font='' size='48' subheading_active='' subheading_size='12' custom_class='' admin_preview_bg='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size=''] AESE insight #108 > Thinking ahead [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] "The whole secret of a successful life is to find out what is one's destiny to do, and then do it." Henry Ford [/av_textblock] [/av_section] [av_hr class='default' height='50' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='']