A crise pandémica: da contração à expansão económica
[av_layerslider id='2521'] [av_layerslider id='2520'] [av_hr class='invisible' height='15' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' font='entypo-fontello' admin_preview_bg=''] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='default' shadow='no-shadow' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='scroll' bottom_border_style='scroll' scroll_down='' custom_arrow_bg='' id='' color='main_color' custom_bg='' src='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' video_mobile_disabled='' overlay_enable='' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av-desktop-hide='' av-medium-hide='' av-small-hide='' av-mini-hide='' av_element_hidden_in_editor='0'][/av_section] [av_section min_height='' min_height_px='500px' padding='no-padding' shadow='no-border-styling' bottom_border='no-border-styling' bottom_border_diagonal_color='#333333' bottom_border_diagonal_direction='' bottom_border_style='' custom_arrow_bg='' id='list-section' color='main_color' custom_bg='' src='' attachment='' attachment_size='' attach='scroll' position='top left' repeat='no-repeat' video='' video_ratio='16:9' overlay_opacity='0.5' overlay_color='' overlay_pattern='' overlay_custom_pattern='' av_element_hidden_in_editor='0'] [av_one_full first min_height='' vertical_alignment='' space='' custom_margin='' margin='0px' padding='0px' border='' border_color='' radius='0px' background_color='' src='' background_position='top left' background_repeat='no-repeat' animation='' mobile_breaking='' mobile_display=''] [av_heading heading='A crise pandémica: da contração à expansão económica' tag='h1' style='blockquote modern-quote' size='48' subheading_active='subheading_above' subheading_size='12' padding='15' color='custom-color-heading' custom_font='' av-medium-font-size-title='' av-small-font-size-title='' av-mini-font-size-title='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] Notícias Alumni Learning Program [/av_heading] [av_textblock size='' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg='rgb(241, 241, 241) none repeat scroll 0% 0%'] 17/12/2021 [/av_textblock] [av_hr class='invisible' height='15' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' font='entypo-fontello' admin_preview_bg=''] [/av_one_full] [/av_section] [av_textblock size='20' font_color='' color='' av-medium-font-size='' av-small-font-size='' av-mini-font-size='' admin_preview_bg=''] O Prof. Manuel Rodrigues foi o convidado da última sessão dos Alumni Learning Program em 2021. “Finanças Públicas e Recuperação Económica no Pós Pandemia” foi o tema tratado pelo Lecturer in Financial Management, no King´s College, em Londres e Conferencista da AESE Business School.“Faz cerca de 20 meses que Covid começou a afetar as nossas vidas. Todos nós sentimos aquela que foi a maior recessão em intensidade, de que temos memória. A contração económica foi mais intensa num só trimestre do que foi ao longo de 7 anos da crise de 2008.” Manuel Rodrigues entende, quando comparamos esta crise com outras, não haver “relação possível com a magnitude do desafio que enfrentamos”. Porém “em apenas 20 meses tivemos a maior contração económica, mas também um ciclo de expansão económica”. Na verdade, “foi possível enfrentar a pandemia, salvaguardar a estabilidade financeira, e relançar a economia. E muitas economias esperam recuperar o PIB pre-pandémico já no início de 2022.”
O Professor identifica diferenças entre as duas crises. “Esta crise beneficiou de uma resposta atempada, coesa, uniforme, e global, com políticas sintonizadas – por parte dos Bancos Centrais e Governos – que permitiram reconduzir as economias globais à estabilidade e ao crescimento.” Contudo, o sucesso que tivermos nesta segunda parte do desafio (a partir de 2022) fará a diferença entre a consolidação da recuperação e o risco de um novo abrandamento económico – tudo irá depender das políticas que forem implementadas.”
Sobre a expectativa do défice público estar próximo dos 4%, Manuel Rodrigues referiu que “é muito importante continuar a Consolidar as Finanças Públicas para fazer face a esta nova etapa da Recuperação”. “Finanças públicas sólidas é a única forma de garantir que a economia se pode continuar a financiar a custos competitivos.”
“Do ponto de vista das vulnerabilidades económico-financeiras, o mundo encontra-se hoje muito mais endividado que em 2008. A dívida das famílias, das empresas e dos países, no início da crise pandémica estava já bem acima do patamar do início da crise de 2008. O aumento destas vulnerabilidades financeiras resultou do convívio com uma década de juros baixos – e foi agora amplificada com a pandemia”
Em Portugal, “o PIB contraiu – 8,4 %, em 2020, quando comparado com - 3 %, em 2009. Em 2020, o PIB Global caiu 3,1 %, quando na crise de 2009 caiu 0,1%.” Na Mundo, “os Bancos Centrais empreenderam uma ação coordenada sem precedentes, baixando a taxa de juro diretora para zero, a fim de mitigar os impactos financeiros da pandemia”.
“Esta foi a solução atempada para estimular o crescimento e o emprego.” A recuperação está em curso e em 2021 beneficiámos de um quadro económico benigno.”
Há contudo riscos que ganham volume no horizonte: a inflação é um deles e está já bem presente. “A escalada de preços sem precedente nos produtos alimentares, metais e produtos energéticos complica as perspetivas de inflação e recorda a crise energética dos anos 70.” A projeção da inflação em dezembro de 2021 é de 4,9 % na área Euro e 6,8 % nos EUA. Portugal é o 2.º País da Zona Euro com menos inflação.” O Professor é de opinião que ainda assim “a política monetária expansionista na zona Euro deve ser mantida para evitar alargamento dos yields soberanos (periféricos) que iriam comprometer a recuperação. Haverá, contudo, que ajustar a política monetária em particular moderar a aquisição de dívida não soberana”
O Professor referiu os apoios previstos pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, e a sua reflexão versou ainda sobre a regulação das cryptomoedas, danos ambientais, climas extremos, perda da biodiversidade entre outros... riscos que coexistem com a pandemia.
Manuel Rodrigues terminou com otimismo, considerando que “estamos a caminhar no sentido certo”.
No final da conferência, os participantes, que assistiram remotamente, colocaram questões ao orador.
Próximas sessões do Alumni Learning Program [/av_textblock] [av_hr class='invisible' height='15' shadow='no-shadow' position='center' custom_border='av-border-thin' custom_width='50px' custom_border_color='' custom_margin_top='30px' custom_margin_bottom='30px' icon_select='yes' custom_icon_color='' icon='ue808' font='entypo-fontello' admin_preview_bg='']

